Em pauta – Saúde Gaúcha https://www.saudegaucha.com Informação para gestores e profissionais de saúde. Thu, 13 Jun 2019 19:57:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.1.1 https://www.saudegaucha.com/wp-content/uploads/2018/10/Saúde-Gaúcha-Favicon-2-100x100.png Em pauta – Saúde Gaúcha https://www.saudegaucha.com 32 32 Porto Alegre ainda tem 80 mil doses da vacina para a gripe https://www.saudegaucha.com/servicos/porto-alegre-ainda-tem-136-mil-doses-da-vacina-para-a-gripe/ https://www.saudegaucha.com/servicos/porto-alegre-ainda-tem-136-mil-doses-da-vacina-para-a-gripe/#respond Mon, 10 Jun 2019 13:09:37 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2693 Atualizada às 15h de 10/6/19 As unidades de Saúde de Porto Alegre ainda têm cerca de 80 mil doses de vacina contra a gripe disponíveis para a população. A partir desta segunda-feira (10), a vacinação será feita em apenas 13 unidades de saúde da rede municipal (ver lista abaixo). Segundo a Secretaria Municipal da Saúde […]

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Atualizada às 15h de 10/6/19

As unidades de Saúde de Porto Alegre ainda têm cerca de 80 mil doses de vacina contra a gripe disponíveis para a população. A partir desta segunda-feira (10), a vacinação será feita em apenas 13 unidades de saúde da rede municipal (ver lista abaixo). Segundo a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), o objetivo da redução dos pontos de vacinação é a “otimização do estoque”.

Segundo a SMS, na semana passada foram vacinadas 55.390 pessoas fora dos grupos prioritários. Assim, sobraram cerca de 80 mil doses das cerca de 136 mil que estavam disponíveis no encerramento da campanha, no dia 31/5.

O total de doses aplicadas em pessoas de grupos prioritários em Porto Alegre, de acordo com os registros no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações, até as 10h de 31 maio, tinha sido de 470.007. Incluindo as doses aplicadas em pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema prisional e da Segurança Pública, o número chegou a 478.538. A Capital recebeu aproximadamente 615 mil doses do Ministério da Saúde.

>> 4,2 milhões de crianças e gestantes não se vacinaram

De acordo com orientação da SMS, a vacinação terá seguimento até o final do estoque, estimado em 80 mil doses pela enfermeira chefe do Núcleo de Imunizações da SMS, Renata Capponi. A técnica destaca que pessoas dos grupos de risco, como crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas, ainda podem fazer a vacina. “Esses são os grupos que estão com as menores coberturas”, ressalta.

>> Agora, todos podem se vacinar

Na segunda-feira (10), a vacinação contra a gripe será feita em 13 unidades de saúde da rede municipal. Para otimizar o estoque, haverá remanejamento das doses para estes locais:

Centro
Unidades de Saúde Modelo (8h às 22h), Santa Marta e Santa Cecília (8h às 17h)

Glória/Cruzeiro/Cristal
Unidade de Saúde Vila dos Comerciários (8h às 17h)

Leste/Nordeste
Unidade de Saúde Bom Jesus (8h às 17h)

Norte/Eixo Baltazar
Unidade de Saúde Rubem Berta (8h às 17h) e US Ramos (8h às 22h)

Noroeste, Humaitá, Nordeste, Ilhas
Unidade de Saúde IAPI (8h às 17h)

Partenon/Lomba do Pinheiro
Unidade de Saúde São Carlos (8h às 22h)

Restinga
Unidade de Saúde Restinga e US Belém Novo (8h às 17h) e Clinica da Família (8h às 20h)

Sul/Centro-Sul
Unidade de Saúde Tristeza (8h às 22h)

>> Com custo a partir de R$ 50, serviços privados oferecem a vacina

Vacinação por grupos prioritários
– Crianças – público total: 90.391 – 61.113 doses aplicadas = 67,6% da meta
– Gestantes – 13.976 – 8.617 doses – 61,6%
– Trabalhadores em Saúde – 82.464 – 61.533 doses – 74,6%
– Puérperas – 2.297 – 2.557 doses – 111,3%
– Indígenas – 595 – 915 doses – 153,7%
– Professores – 11.870 – 13.831 doses – 116,5%
– Pessoas com doenças crônicas – 192.446 – 124.485 – 64,7%
Total – 607.042 pessoas – 470.007 doses – 77,4%

Doses aplicadas em outros grupos
– Pessoas privadas de liberdade – 2.749
– Funcionários do sistema prisional – 1.545
– Funcionários da Segurança Pública – 4.237
Total – 8.531

Com informações da Prefeitura de Porto Alegre

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Uso excessivo de celulares e tablets desafia pediatras https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/uso-excessivo-de-celulares-e-tablets-desafia-pediatras/ https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/uso-excessivo-de-celulares-e-tablets-desafia-pediatras/#respond Fri, 07 Jun 2019 16:21:54 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2674 Os smartphones estão por todos os lados e se, na vida adulta, já é motivo de incômodo pelo uso em excesso, com as crianças o sinal de alerta é ainda maior. Os atrasos do desenvolvimento chegam a afetar uma a cada quatro crianças até o início da vida escolar regular, trazendo dificuldades de aprendizagem e […]

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Os smartphones estão por todos os lados e se, na vida adulta, já é motivo de incômodo pelo uso em excesso, com as crianças o sinal de alerta é ainda maior. Os atrasos do desenvolvimento chegam a afetar uma a cada quatro crianças até o início da vida escolar regular, trazendo dificuldades de aprendizagem e escolares em geral.

Os dados são de um recente estudo, publicado na respeitada revista JAMA Pediatrics em Janeiro/2019, realizado por Sheri Madigan, Phd pesquisador da Universidade de Calgary, Canada, que recrutou mulheres grávidas e seus bebês após nascerem, entre 2008 e 2010, e os acompanhou por 5 anos. Foram 2441 parelhas de mães-bebês. Os bebês foram avaliados aos 24, 36 e 60 meses de idade, usando-se um instrumento (Ages and Stages Questionary-3) para avaliar o desenvolvimento deles nestas etapas de idade. As crianças que passam mais tempo nas mídias sociais e nas telas aos 2 e 3 anos de idade tem piores resultados nos testes de triagem de desenvolvimento aos 3-6 anos de idade.

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul trabalha no desenvolvimento de uma campanha institucional sobre o assunto que deverá ser lançada este ano. O consenso é de que não há como impedir o uso, mas deve haver controle e moderação. Por isso, é fundamental na visão dos pediatras tomar medidas educativas do uso consciente destes recursos tecnológicos sob pena de comprometer uma geração de crianças com falhas e atrasos que se somam com o tempo, causando um custo adicional nos recursos de auxílio terapêutico familiar e público. Chegando na vida escolar da graduação com falhas pedagógicas graves e com dificuldades de interação social.

Além do desenvolvimento em si, o objetivo é alertar para a série de riscos que a exposição indevida na internet tem causado.

– A resposta bem objetiva é que é o uso excessivo é perigoso e exige, sim, uma participação efetiva dos pais. Quando se fala em internet, entramos em um mundo virtual muito vasto, no qual é possível fazer pesquisas maravilhosas sobre diversos assuntos, ao mesmo tempo em que se pode cair em vídeos e pessoas mau intencionadas, como por exemplo, a pedofilia. Pessoas que possuem esta característica valem-se desse recurso porque estão em uma condição de anonimato, fazendo de conta que são outras pessoas. A partir disso, aliciam crianças ingênuas. Também existe a preocupação do excesso de violência em jogos ou vídeos. Como os pais vão saber? Só participando – explica o pediatra e membro do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul -(SPRS), Renato Santos Coelho.

Os pais precisam impor limites e colocar restrições. Para isso, o médico ilustra com um exemplo prático.

– Ninguém deixa o filho de quatro ou cinco anos sentado sozinho em uma praça e vai embora. O que pode acontecer com ela? Uma série de coisas ou pode não acontecer nada. Mesmo assim, ninguém se arrisca. Por que na rede virtual seria diferente? – finaliza.

Estudos mostram, ainda, que somente a partir dos seis ou sete anos de idade, a criança passa a distinguir com mais facilidade o que é uma fantasia da realidade. Por conta disso, é preciso cuidado com jogos que incluem cenas de violência.

Fonte: Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul

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Era dos aplicativos de encontros gera epidemia de DSTs https://www.saudegaucha.com/geral/era-dos-aplicativos-de-encontros-gera-epidemia-de-dsts/ https://www.saudegaucha.com/geral/era-dos-aplicativos-de-encontros-gera-epidemia-de-dsts/#respond Fri, 07 Jun 2019 15:54:27 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2671 A Organização Mundial de Saúde (OMS) fez um alerta nesta quinta-feira (6) para a falta de progresso na redução da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e recomendou o uso de camisinha para impedir essa disseminação. Um relatório da OMS revelou que a cada dia são registrados no mundo mais de 1 milhão de casos […]

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) fez um alerta nesta quinta-feira (6) para a falta de progresso na redução da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e recomendou o uso de camisinha para impedir essa disseminação.

Um relatório da OMS revelou que a cada dia são registrados no mundo mais de 1 milhão de casos de doenças sexualmente transmissíveis.

De acordo com dados mais recentes, em 2016 houve mais de 376 milhões de novas infecções de clamídia, gonorreia, sífilis e tricomoníase. Esse número é praticamente o mesmo de 2012, o que mostra uma estagnação na redução da transmissão de DSTs.

“Estamos vendo uma falta de progresso preocupante na luta para impedir a disseminação de infeções sexualmente transmissíveis em todo o mundo”, disse o diretor-geral de Preparação e Resposta a Emergências da OMS, Peter Salama. Ele pediu que autoridades garantam que todos tenham acesso aos serviços necessários para prevenir e tratar essas doenças.

Infecções
De acordo com a OMS, em 2016 foram registrados 127 milhões de novos casos de clamídia, 87 milhões de gonorreia, 6,3 milhões de sífilis e 156 milhões de tricomoníase.

Essas infecções são as mais prevalentes entre pessoas com idades entre 15 e 49 anos.

“Em média, uma em cada 25 pessoas no mundo tem pelo menos uma destas quatro DSTs”, ressaltou a organização.

Segundo a especialista em infecções sexualmente transmissíveis da OMS, Teodora Wi, há a preocupação de que o uso do preservativo possa estar diminuindo, já que as pessoas perderam o medo de contrair o HIV com o surgimento de tratamentos antivirais mais eficazes.

Wi afirmou que as pessoas estão mais complacentes com a proteção e ressaltou que isso é extremamente perigoso num momento em que relações sexuais se tornaram mais acessíveis com os aplicativos de encontro.

Raramente essas doenças apresentam sintomas no início e, por isso, muitos dos doentes não sabem que estão infectados e precisam de tratamento, permitindo desta maneira que essas DSTs continuem se espalhando. “Consideramos uma epidemia oculta, uma epidemia silenciosa e perigosa”, ressaltou Melanie Taylor, uma das autoras do relatório da OMS.

Se não forem tratadas corretamente, as DSTs podem causar graves danos, incluindo doenças cardíacas e neurológicas, infertilidade, abortos e aumentam o risco de contrair o HIV.

Elas são transmitidas principalmente pelo contato sexual desprotegido, mas também podem passar da mãe para o bebê durante a gravidez ou no parto.

O uso da camisinha é o método mais eficaz para a proteção contra a transmissão de DSTs. A OMS também enfatizou a importância da educação sexual para a prevenção.

Fonte: Agência Brasil, por Deutsche Welle (agência pública da Alemanha) Berlim

 

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Hospital Tacchini realiza captação de múltiplos órgãos para doação https://www.saudegaucha.com/geral/hospital-tacchini-realiza-captacao-de-multiplos-orgaos-para-doacao/ https://www.saudegaucha.com/geral/hospital-tacchini-realiza-captacao-de-multiplos-orgaos-para-doacao/#respond Fri, 07 Jun 2019 01:06:54 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2668 A Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do Hospital Tacchini captou recentemente três doações de múltiplos órgãos, sendo que a retirada ocorreu dentro da estrutura do bloco cirúrgico da Instituição, com o apoio da equipe da Central de Transplantes do Estado. Nas captações, foram retirados o coração, o fígado, rins […]

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A Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do Hospital Tacchini captou recentemente três doações de múltiplos órgãos, sendo que a retirada ocorreu dentro da estrutura do bloco cirúrgico da Instituição, com o apoio da equipe da Central de Transplantes do Estado. Nas captações, foram retirados o coração, o fígado, rins e córneas.

>> 35 mil pessoas estão na fila de transplante

O trabalho da CIHDOTT, porém, vai muito além da captação de órgãos. A equipe seguidamente realiza trabalhos de conscientização e sensibilização junto à comunidade para obter um resultado positivo na captação e, principalmente transmitir aos familiares que o ato da doação vai muito além de salvar vidas. É uma atitude que muda o quadro de uma família inteira que vive a angústia da espera e na expectativa pela mudança. “A cada abordagem enfrentamos situações diferentes e tudo acontece no momento mais delicado das famílias, ou seja, quando perdem um ente querido. Precisamos agir de forma humanizada e acolhedora, apresentar nosso propósito e esclarecer que o gesto praticado é algo nobre”, explica a enfermeira Ana Maria Turmina, coordenadora da CIHDOTT. Ela relata que o trabalho é orientado pela Central de Transplante do Estado e realizado por ambas as equipes, compostas por multiprofissionais. “Neste momento toda a equipe é acionada. Literalmente corremos contra o tempo para que nenhum órgão captado seja perdido”, relata.

>> Em março, transplantes têm aumento de 60% na Santa Casa

Somente em 2019, a CIHDOTT já captou 60 córneas, 4 rins, 3 fígados e um coração. No Hospital Tacchini a comissão é formada por 23 profissionais de diferentes áreas. Todos os órgãos captados são enviados para a Central de Transplantes, órgão que controla e regula a fila de espera no Estado. As córneas são encaminhadas ao Banco de Olhos do Hospital Geral, em Caxias do Sul e o tecido músculo esquelético vai para o Banco de Ossos do Hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo.

>> Santa Casa realiza transplante inédito no Rio Grande do Sul

O Nobre Gesto da Doação
Por mais que esse tema seja falado nas famílias ou nas rodas de amizade, decidir sobre doação de órgãos é algo que cabe exclusivamente aos familiares e isso, necessariamente, ocorre no momento mais difícil, ou seja, na perda do familiar. Os relatos a seguir são de familiares que passaram recentemente por esta experiência e nunca tinham falado sobre este tema, mas que decidiram realizar a doação por entender que se tratava de um gesto nobre e que, certamente, iria ao encontro do perfil dos doadores, que em vida sempre primaram por fazer o bem, sem saber a quem.

>> Santa Casa aumenta transplantes em 2018

Há pouco mais de um mês, a bancária Juliana Pieniz dos Santos viu a vida de sua família mudar repentinamente. Moradora de Porto Alegre, ela estava a passeio em Bento Gonçalves, quando sua mãe sofreu um AVC hemorrágico e, dias depois, foi diagnosticada com morte encefálica. “Em um dos momentos mais difíceis da minha vida, me deparei com uma decisão que seria muito mais minha do que qualquer pessoa: doar os órgãos da minha mãe. Nunca havíamos falado sobre isso a ponto de saber sua vontade. Mas estávamos cientes de que, em vida, ela sempre fez por todos e era muito prestativa e solidária”, conta Juliana. Diante disso, a família não pensou duas vezes e a resposta foi ‘sim’. “É uma forma de saber que assim ela está viva e continua fazendo o bem. Hoje sei que seus olhos são a visão de alguém. Parte de si foi a segunda chance para alguém que ainda não cumpriu seu destino neste plano”, conforta-se. Após a doação de órgãos, a família recebeu uma carta da Central de Doação de Órgãos do Estado. “Com certeza fizemos algo que fez muito bem para alguém. Onde ela estiver, continua orgulhosa da nossa força e da nossa fé!”, declara.

Matéria da TV Brasil mostra que mais de 35 mil pessoas em todo o Brasil estão na fila para transplante de órgãos. Dessas, quase trezentas aguardam um coração. Uma delas é um menino de apenas dois anos, que entrou na fila com irmão gêmeo, que sofria da mesma doença. Você vai conhecer agora a história dessa família.

Empatia, ou seja, a capacidade de se colocar no lugar do outro. Foi isso o que motivou os familiares da professora Ivete Domann Rener a doarem seus órgãos, mesmo que o tema não tenha sido tratado em vida. A irmã dela, Isalete Maria Domann, conta que no momento da decisão, a família lembrou das pessoas que estão doentes, esperando por um órgão para continuar a viver. “E se a Ivete tivesse morrendo por outro motivo? Se ela estivesse precisando de um coração? Com certeza, ficaríamos muito gratos e iríamos muito querer ganhar um coração para salvar a vida dela”, questiona, lembrando que Ivete era uma pessoa muito boa e gostava de ajudar as pessoas. “Tão boa que o tipo de morte que teve foi possível salvar a vida de 6 pessoas”, lembra Isalete. A família tem informações que nenhum dos órgãos doados (coração, rins, fígado e córneas) sofreu rejeição por parte das pessoas transplantadas. “Ela nos deixou uma grande lição de vida. Hoje, nosso maior conforto seria um dia poder conhecer estas pessoas que receberam os órgãos dela. Mas temos a certeza que muitas vidas recomeçaram”, conclui Isalete.

Fonte: Hospital Tacchini, por Régis Beretta Genehr

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Teste do Pezinho deve ser feito entre o 3º e 5º dia de vida https://www.saudegaucha.com/em-pauta/teste-do-pezinho-deve-ser-feito-entre-o-3o-e-5o-dia-de-vida/ https://www.saudegaucha.com/em-pauta/teste-do-pezinho-deve-ser-feito-entre-o-3o-e-5o-dia-de-vida/#respond Thu, 06 Jun 2019 21:25:34 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2642 No Dia Nacional do Teste do Pezinho (06/06), o Ministério da Saúde reforça a recomendação do Ministério da Saúde para realização do teste entre o 3º e 5º dia de vida do bebê. Anualmente, uma média de 2,4 milhões de recém-nascidos são triados no programa. Entre 2012 e 2017, 14.546.968 de recém-nascidos foram triados através […]

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Com o teste é realizada a triagem. Se o resultado do teste do pezinho estiver alterado, a família e o ponto de coleta são contatados pelo Serviço de Referência em Triagem Neonatal (SRTN) e o bebê é reconvocado para fazer novos exames, que podem confirmar ou excluir a doença para a qual a triagem foi alterada. Os casos são acompanhados na Atenção Especializada do SUS, através da Rede de Atenção à Saúde – RAS / Rede Cegonha e a Rede de Cuidado à Pessoa com Deficiência.

Rede de coleta
As famílias podem buscar a realização do teste do pezinho comparecendo à Unidade de Saúde da Família (USF) mais próxima de casa, por exemplo. O SUS oferta o exame em uma rede de coleta que conta com 22.353 pontos  estabelecidos em USF, UBS e maternidades espalhadas por todo o Brasil. Além desses pontos, existem 30 SRTN, habilitados pelo Ministério da Saúde, sendo um em cada estado, Distrito Federal e quatro no estado de São Paulo, os quais contam com médicos especialistas e equipe multidisciplinar para atender a todas as crianças diagnosticadas com as doenças do escopo do PNTN.

Programa Nacional de Triagem Neonatal
Popularmente conhecido como teste do pezinho, o PNTN é um programa de rastreamento populacional que tem como objetivo geral identificar distúrbios e doenças no recém-nascido, em tempo oportuno, para intervenção adequada, garantindo tratamento e acompanhamento contínuo às pessoas com diagnóstico positivo. O teste do pezinho no SUS possibilitam o diagnóstico precoce de fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase.

Um dos indicadores utilizados para quantificar a abrangência do Programa é o indicador cobertura, que para o ano de 2017 foi 83,98%. O cálculo desse indicador é realizado a partir da população de nascidos vivos registrada no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – SINASC e não engloba os exames realizados na rede privada.

Fonte: Ministério da Saúde

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Internação involuntária de usuário de droga entra em vigor https://www.saudegaucha.com/legislacao/internacao-involuntaria-de-usuario-de-droga-entra-em-vigor/ https://www.saudegaucha.com/legislacao/internacao-involuntaria-de-usuario-de-droga-entra-em-vigor/#respond Thu, 06 Jun 2019 21:04:06 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2639 A Lei nº 13.840, de 5 de junho de 2019, que prevê, entre outras medidas, a internação involuntária de dependente de drogas, está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (6). Ela foi sancionada ontem (5) pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e dispõe sobre o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas e as condições […]

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A Lei nº 13.840, de 5 de junho de 2019, que prevê, entre outras medidas, a internação involuntária de dependente de drogas, está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (6). Ela foi sancionada ontem (5) pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e dispõe sobre o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas e as condições de atenção aos usuários ou dependentes e para tratar do financiamento das políticas sobre drogas.

>> Projeto contra o tabagismo inspira ação contra álcool e drogas

No seu artigo 23-A, o texto diz que o tratamento do usuário ou dependente de drogas deverá ser ordenado em uma rede de atenção à saúde, com prioridade para as modalidades de tratamento ambulatorial, incluindo “excepcionalmente formas de internação em unidades de saúde e hospitais gerais nos termos de normas dispostas pela União e articuladas com os serviços de assistência social e em etapas”.

>> Porto Alegre entrega reforma Caps para dependentes de álcool e drogas e amplia leitos

Entre essas etapas, está a que trata da internação do dependente, que somente deverá ser feita em “unidades de saúde ou hospitais gerais, dotados de equipes multidisciplinares e deverá ser obrigatoriamente autorizada por médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina (CRM) do estado onde se localize o estabelecimento no qual se dará a internação”.

>> Porto Alegre inaugura primeiro Caps álcool e drogas 24h a céu aberto país

De acordo com a lei, serão consideradas dois tipos de internação: voluntária e involuntária. Na internação involuntária, o texto diz que ela deve ser realizada após a formalização da decisão por “médico responsável e indicada depois da avaliação sobre o tipo de droga utilizada, o padrão de uso e na hipótese comprovada da impossibilidade de utilização de outras alternativas terapêuticas previstas na rede de atenção à saúde”.

O documento indica que a internação involuntária deveráocorrer no prazo de tempo necessário à desintoxicação do paciente, “no prazo máximo de 90 dias, tendo seu término determinado pelo médico responsável; e que a família ou o representante legal poderá, a qualquer tempo, requerer ao médico a interrupção do tratamento”.

A lei prevê também que todas as internações e altas deverão ser informadas, em, no máximo, de 72 horas, ao Ministério Público, à Defensoria Pública e a outros órgãos de fiscalização, por meio de sistema informatizado único”.

Fonte: Agência Brasil 

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Projeto contra o tabagismo inspira ação contra álcool e drogas https://www.saudegaucha.com/em-pauta/projeto-contra-o-tabagismo-inspira-acao-contra-alcool-e-drogas/ https://www.saudegaucha.com/em-pauta/projeto-contra-o-tabagismo-inspira-acao-contra-alcool-e-drogas/#respond Tue, 04 Jun 2019 15:43:30 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2631 No Dia Mundial Sem Tabaco, o coordenador do Projeto Fumo Zero da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), Luiz Carlos Corrêa da Silva, esteve presente no Plenário da Câmara Municipal de Porto Alegre para palestra sobre o tema. A AMRIGS acompanhou a apresentação da iniciativa “Bebida Alcoólica e Cigarro: Visibilidade Zero”, comandada pelo […]

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No Dia Mundial Sem Tabaco, o coordenador do Projeto Fumo Zero da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), Luiz Carlos Corrêa da Silva, esteve presente no Plenário da Câmara Municipal de Porto Alegre para palestra sobre o tema.

A AMRIGS acompanhou a apresentação da iniciativa “Bebida Alcoólica e Cigarro: Visibilidade Zero”, comandada pelo médico Mauro Kwitko, que ocorreu na noite desta sexta-feira (31/05), no Plenário Ana Terra, da Câmara Municipal de Porto Alegre, inspirada no projeto Fumo Zero da entidade, que transformou a maneira como se enxergava o hábito de fumar. O médico pneumologista e coordenador do projeto da AMRIGS, Luiz Carlos Corrêa da Silva, apresentou os resultados e a importância de manter o assunto sempre em evidência.

– Para mim, é lisonjeador ver que o nosso projeto está servindo de inspiração para um trabalho como este, que busca transmitir conhecimento dos males que a bebida e o cigarro trazem. Embora tenham suas diferenças, os dois partiram do mesmo princípio: o de um público consolidado que não imaginaria que hoje seria possível, por exemplo, não fumar em um estabelecimento fechado – ressaltou o médico.

O pneumologista lembrou que o Fumo Zero da AMRIGS, que já existe há duas décadas, vem conquistando resultados expressivos ao longo dos anos e garantindo maior qualidade de vida a sociedade.

– Desde que iniciamos, obtivemos diversos avanços como ratificação pelo Brasil da Convenção Quadro da OMS (2005), aprovação de Lei Antifumo mais completa (Lei Federal 12.546/2014) e proibição de aditivos por decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Todo este esforço conjunto transformou-se numa diminuição da prevalência do tabagismo entre adultos, que saiu de 35% para 10%, em três décadas – conta.

A iniciativa do encontro foi do vereador e presidente da Comissão da Saúde e do Meio Ambiente (COSMAN), André Carus, do MDB. Uma nova reunião será agendada para unir membros da sociedade civil e demais empresários no tema proposto. A iniciativa “Bebida Alcoólica e Cigarro: Visibilidade Zero” já possui um Projeto de Lei, que será analisado e reestruturado.

Fonte: AMRIGS

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4,2 milhões de crianças e gestantes não vacinaram contra a gripe https://www.saudegaucha.com/sua-saude/42-milhoes-de-criancas-e-gestantes-nao-vacinaram-contra-a-gripe/ https://www.saudegaucha.com/sua-saude/42-milhoes-de-criancas-e-gestantes-nao-vacinaram-contra-a-gripe/#respond Mon, 03 Jun 2019 16:42:53 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2615 Crianças e gestantes não atingiram, até o momento, a meta de vacinação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. De acordo com balanço fechado nesta segunda-feira (03/06) pelo Ministério da Saúde, a cobertura vacinal é de 76% nestes dois grupos. São 3,7 milhões de crianças e 514,5 mil de gestantes que deixaram de se […]

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Crianças e gestantes não atingiram, até o momento, a meta de vacinação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. De acordo com balanço fechado nesta segunda-feira (03/06) pelo Ministério da Saúde, a cobertura vacinal é de 76% nestes dois grupos. São 3,7 milhões de crianças e 514,5 mil de gestantes que deixaram de se proteger contra a gripe. A meta é vacinar 90% de cada público-alvo. Também estão abaixo da meta os trabalhadores de saúde, com 80,4%, as pessoas com comorbidade, com 75,6%, a população privada de liberdade, com 61,7%, e os profissionais das forças de segurança e salvamento, com 38,9%. Todos os grupos prioritários ainda podem se vacinar, até acabarem os estoques da vacina.

>> A partir desta segunda (3), todos podem se vacinar contra a gripe

A partir de hoje, a vacinação contra gripe também está disponível para quem não faz parte desses grupos, ou seja, para toda a população. Os grupos prioritários tiveram entre os dias 10 de abril e 31 de maio para se vacinar com exclusividade.

>> Todos os postos de Porto Alegre vacinam contra a gripe a partir de segunda (3)

Os grupos que atingiram a meta de 90% durante o período da campanha foram os funcionários do sistema prisional (105,7%), as puérperas – mulheres até 45 após o parto (96,6%), professores (93,8%), indígenas (92,2%) e idosos (90,4%). A escolha do público prioritário no Brasil segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) por serem grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. A vacina é a forma mais eficaz de evitar a doença.

Pais que não vacinam filhos podem ser multados. Confira a matéria da Record News. 

 

No total, oito estados bateram a meta de 90%: Amazonas (100,1%), Amapá (99,3%), Pernambuco (95%), Espírito Santo (93,6%), Rondônia (94%), Maranhão (93,5%), Rio Grande do Norte (92,3%) e Alagoas (93,4%). O balanço nacional da campanha ficou em 81,1%. O estado de São Paulo é o segundo com a menor taxa de cobertura (73,78%). Em primeiro lugar está o Rio de Janeiro com 66,33%.

A vacina produzida para 2019 teve mudança em duas das três cepas que compõem a vacina contra gripe, e protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da OMS: A/Michigan/45/2015 (H1N1) pdm09; A/Switzerland/8060/2017 (H3N2); B/Colorado/06/2017 (linhagem B/Victoria/2/87). A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença.

Casos de gripe no Brasil 
Neste ano, até 11 de maio, foram registrados 807 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza em todo o país, com 144 mortes. Até o momento, o subtipo predominante de gripe no país é o vírus influenza A (H1N1) pdm09, com registro de 407 casos e 86 óbitos.

Tratamento da gripe
Todos os estados estão abastecidos com o fosfato de oseltamivir e devem disponibilizá-lo de forma estratégica em suas unidades de saúde. Para o atendimento do ano de 2019, o Ministério da Saúde já enviou aproximadamente 9,5 milhões de unidades do medicamento aos estados. O tratamento deve ser realizado, preferencialmente, nas primeiras 48h após o início dos sintomas.

Tabela de cobertura vacinal por estado (dados entre 10 e 31 de maio) 

Estado Público-alvo Vacinas aplicadas Cobertura
Rondônia 430.942 405.285 94,05
Acre 242.134 189.011 78,06
Amazonas 1.134.938 1.136.245 100,12
Roraima 193.706 165.507 85,44
Pará 2.095.999 1.782.321 85,03
Amapá 203.313 201.945 99,33
Tocantins 423.089 367.068 86,76
Maranhão 1.877.403 1.754.546 93,46
Piauí 905.543 751.281 82,96
Ceará 2.563.445 2.151.868 83,94
Rio Grande do Norte 993.277 917.365 92,36
Paraíba 1.185.997 1.053.603 88,84
Pernambuco 2.644.685 2.514.317 95,07
Alagoas 876.935 819.450 93,44
Sergipe 567.774 492.777 86,79
Bahia 4.107.807 3.224.630 78,50
Minas Gerais 6.077.516 5.375.791 88,45
Espirito Santo 1.053.545 985.922 93,58
Rio de Janeiro 4.902.445 3.251.705 66,33
São Paulo 13.477.738 9.944.020 73,78
Paraná 3.352.193 2.742.149 81,80
Santa Catarina 1.987.390 1.611.911 81,11
Rio Grande do Sul 3.829.699 3.083.829 80,52
Mato Grosso do Sul 801.907 674.089 84,06
Mato Grosso 859.343 755.354 87,90
Goiás 1.862.979 1.619.053 86,91
Distrito Federal 817.939 678.191 82,91
BRASIL 59.469.681 48.649.233 81,81


Fonte: Ministério da Saúde

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Acidentes de trânsito deixaram mais de 1,6 milhão feridos em 10 anos https://www.saudegaucha.com/geral/acidentes-de-transito-deixaram-mais-de-16-milhao-feridos-em-10-anos/ https://www.saudegaucha.com/geral/acidentes-de-transito-deixaram-mais-de-16-milhao-feridos-em-10-anos/#respond Wed, 29 May 2019 17:00:46 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2531 Os acidentes no trânsito deixaram mais de 1,6 milhão de brasileiros feridos nos últimos dez anos, e representaram um custo de cerca de R$ 2,9 bilhões para o Sistema Único de Saúde (SUS). As informações estão em levantamento divulgado dia 23/5 pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) com base em dados do Ministério da Saúde.Os […]

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Os acidentes no trânsito deixaram mais de 1,6 milhão de brasileiros feridos nos últimos dez anos, e representaram um custo de cerca de R$ 2,9 bilhões para o Sistema Único de Saúde (SUS). As informações estão em levantamento divulgado dia 23/5 pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) com base em dados do Ministério da Saúde.Os dados apurados revelam também que entre 2009 e 2018 houve um aumento de 33% na quantidade de internações por desastres nas ruas e estradas.>> Mortes no trânsito no Estado caem 7,6% em 2018

Na avaliação do diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) e membro da Câmara Técnica do CFM, Antônio Meira, esses acidentes já são considerados um dos principais problemas de saúde pública do país.

“Além de provocar sobrecarga no serviço com aumento da ocupação dos leitos hospitalares, causa um prejuízo irreparável quando ocorre uma morte ou uma pessoa fica incapacitada para suas atividades habituais, como também traz prejuízo enorme para a saúde pública”, detalha o diretor.

>> Porto Alegre é destaque nacional por reduzir mortes no trânsito

Internações
O levantamento assinala que o número de internações no SUS por desastres nas ruas e estradas do Tocantins saltaram de 60 em 2009 para 1.348 em 2018. Pernambuco também teve crescimento significativo passando de 845 para 6.969.

Em alguns estados houve queda no número de internações. O Maranhão reduziu em 40% as internações por acidentes de transporte nos últimos dez anos, seguido por Rio Grande do Sul (22%) e Paraíba (20%).

>> Trânsito mata mais de 1,3 milhão de pessoas todos os anos, diz OMS

São Paulo e Minas Gerais lideram o ranking de gastos federais com atendimentos por desastres nas ruas e estradas. Em 2018, o gasto de São Paulo foi de R$ 57 milhões e de Minas Gerais, de R$ 29 milhões.

O integrante do CFM, Antônio Meira, explica que as internações de vítimas de acidente de trânsito são mais onerosas. “As internações por acidente de trânsito são mais onerosas do que por outros tipos de doenças porque no geral são politraumatizados, precisam de cirurgias complexas, ortopédicas, neurológicas, precisam ficar em UTIs”.

Perfil
Entre as vítimas graves do tráfego no período de 2009 a 2018, os dados apontam que 60% dos casos são de pessoas entre 15 e 39 anos. Os maiores de 60 anos representam 8,4% do total e a faixa etária até os 14 anos representa 8,2%. Os principais acidentados são os homens (80%).

>> Metade das mortes de jovens ocorre por causas evitáveis

Prevenção
Em relação à prevenção dos acidentes relacionados ao trânsito, Antônio Meira diz que grande parte deles são provocados por fatores passíveis de serem evitados – como desrespeito às leis de trânsito, dirigir sob efeito de álcool e drogas, excesso de velocidade e não usar equipamentos de segurança como cinto e capacete. O diretor ressalta que para a prevenção é importante que haja campanhas de conscientização permanentes e fiscalização, além de ser necessário melhorar a infraestrutura das vias.

Campanha Maio Amarelo
Neste mês de maio ocorre a sexta edição da Campanha Maio Amarelo, que tem como tema “No trânsito, o sentido é a vida”.

>> Pesquisadores do Clínicas apresentam dispositivos para fiscalização de trânsito

O movimento é internacional e chama a atenção para o alto índice de mortes e feridos no trânsito com o intuito de estimular os condutores, pedestres e passageiros optarem por um trânsito mais seguro. O laço amarelo é o símbolo do movimento.

Fonte: Agência Brasil

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Médicas geneticistas gaúchas são premiadas em Congresso Latino Americano https://www.saudegaucha.com/geral/medicas-geneticistas-gauchas-sao-premiadas-em-congresso-latino-americano/ https://www.saudegaucha.com/geral/medicas-geneticistas-gauchas-sao-premiadas-em-congresso-latino-americano/#respond Fri, 24 May 2019 11:00:19 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2555 O estudo sobre a glicogenose tipo IX, um grupo de doenças raras, realizado pelos médicos geneticistas brasileiros foi reconhecido no Congresso Latino Americano de Erros Inatos do Metabolismo, que ocorreu de 12 a 15 de maio, em Buenos Aires, na Argentina. Com 180 trabalhos científicos apresentados, o grupo triunfou na categoria Clínicos e mostrou a […]

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O estudo sobre a glicogenose tipo IX, um grupo de doenças raras, realizado pelos médicos geneticistas brasileiros foi reconhecido no Congresso Latino Americano de Erros Inatos do Metabolismo, que ocorreu de 12 a 15 de maio, em Buenos Aires, na Argentina. Com 180 trabalhos científicos apresentados, o grupo triunfou na categoria Clínicos e mostrou a importância e a relevância das pesquisas metabólicas no Brasil.

– Além da premiação, foi interessante estar presente e dialogar com os demais colegas sobre os temas deste ano: a triagem neonatal e as doenças metabólicas hereditárias. Este tipo de contato, qualifica a Genética Médica e nos permite partilhar conhecimento – comentou a médica geneticista e membro da Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM), Carolina Fischinger Moura, que integrou a equipe premiada.

Bibiana Melo de Oliveira recebeu o prêmio em nome da equipe. Foram premiadas, além dela, Carolina Fischinger Moura, Fernanda Sperb, Tassia Tonon, Bruna Santos, Lilia Refosco e Ida Vanessa Schwartz. Todos assinaram o trabalho “História Natural da Glicogenose IX: um estudo multicêntrico brasileiro.

A SBGM ressalta, também, a importância de congressos na America Latina para melhor integração das sociedades médicas, tendo em vista alguns desafios semelhantes que são enfrentados na área do conhecimento em genética médica e sua formação na América Latina.

Fonte: Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM)

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