Produtos – Saúde Gaúcha https://www.saudegaucha.com Informação para gestores e profissionais de saúde. Thu, 13 Jun 2019 19:57:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.1.1 https://www.saudegaucha.com/wp-content/uploads/2018/10/Saúde-Gaúcha-Favicon-2-100x100.png Produtos – Saúde Gaúcha https://www.saudegaucha.com 32 32 Com custo a partir de R$ 50, vacina contra a gripe 2019 já está disponível https://www.saudegaucha.com/geral/com-custo-a-partir-de-r-50-vacina-contra-a-gripe-2019-ja-esta-disponivel-2/ https://www.saudegaucha.com/geral/com-custo-a-partir-de-r-50-vacina-contra-a-gripe-2019-ja-esta-disponivel-2/#respond Tue, 02 Apr 2019 13:54:32 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2232 A campanha de vacinação do Ministério da Saúde se inicia no dia 10 de abril, no entanto, nos serviços privados de Porto Alegre já é possível encontrar a vacina trivalente, a mesma oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Nas clínicas procuradas pelo Saúde Gaúcha (veja a lista abaixo), os valores para a dose trivalente […]

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A campanha de vacinação do Ministério da Saúde se inicia no dia 10 de abril, no entanto, nos serviços privados de Porto Alegre já é possível encontrar a vacina trivalente, a mesma oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Nas clínicas procuradas pelo Saúde Gaúcha (veja a lista abaixo), os valores para a dose trivalente são a partir de R$ 60, podendo ser pago nos cartões de crédito e débito, ou R$ 50, se o pagamento for em dinheiro.

>> Vacinação contra a gripe inicia com crianças e gestantes no dia 10

Para as doses quadrivalentes, a média de custo previsto é de R$ 100. As doses quadrivalentes protegem contra dois tipos de vírus A – H1N1 e o vírus da gripe sazonal (H3N2) – e dois subtipos B, que dependem dos tipos de vírus circulantes no ano anterior. As vacinas quadrivalentes e tetravalentes contém as mesmas cepas de vírus, variando a nomenclatura conforme o laboratório.
Já as vacinas trivalentes, que são as distribuídas pelo SUS, contém duas cepas do vírus tipo A e uma do tipo B. As cepas deste ano, conforme a Anvisa são: influenza A/Michigan/45/2015 (H1N1) pdm09; influenza A/Switzerland/8060/2017 (H3N2) e influenza B/Colorado/06/2017 (linhagem B/Victoria/2/87), para a trivalentes. Para as quadrivalentes, há o acréscimo do vírus Influenza B/Phuket/3073/2013 (linhagem B/Yamagata/16/88).

>> Conheça as vacinas contra gripe aprovadas para 2019

Após a vacinação, o organismo leva de duas a três semanas, em média, para criar os anticorpos que protegem contra a gripe. Por isso, o ideal é que a imunização seja realizada antes do inverno. A rede pública oferece a vacinação gratuitamente para os considerados grupos de risco: crianças entre 6 meses e 5 anos; gestantes; puérperas; trabalhadores de saúde; povos indígenas; idosos; população privada de liberdade; funcionários do sistema profissional; profissionais da rede pública e privada; e portadores de doenças crônicas não transmissíveis.

Confira onde se vacinar nos serviços privados (levantamento feito pelo saudegaucha.com em 01/4/19):

Clínicas de Vacinas Mãe de Deus Center – (Avenida Soledade, 569 – Três Figueiras)
Fone: (51) 3378-9802
Trivalente: disponível apena para empresas
Quadrivalente: R$ 110 (débito/crédito) R$ 100 (dinheiro)

Imune Clínica de Vacinação – (Avenida João Wallig, 1.800, Shopping Iguatemi – Passo d’Areia)
Fone: (51) 3328-5322
Trivalente: não tem.
Quadrivalente: R$ 100 com plano de saúde (qualquer plano) – R$ 110 particular

Imunitá Clínica de Vacinas – (Avenida Wenceslau Escobar, 1.823, loja 19 – Shopping Paseo)
Fone: (51) 3574-5990
Trivalente: não tem.
Quadrivalente: R$ 99 (débito/crédito) R$ 85 (dinheiro)

Imunoclin – (Avenida Nilo Peçanha, 3.228, loja 43 – Viva OpenMall – Jardim Europa)
Fone: (51) 3517-5755
Trivalente: não tem.
Quadrivalente: R$ 110 (crédito) R$ 100 (dinheiro/débito)

Multivacinas – (Avenida Assis Brasil, 3.940, loja 3B, Complexo do Sicredi – São Sebastião)
Fone: (51) 3028-2538
Trivalente: R$ 60 (débito/crédito) – R$ 50 (dinheiro) – disponível
Quadrivalente: R$ 100 (débito/crédito) R$ 80 (dinheiro)

Núcleo de Vacinas Moinhos de Vento – ( Avenida João Wallig, 1.800 – Shopping Iguatemi)
Fones: (51) 3327-7073 ou 3537-8400
Trivalente: não tem.
Quadrivalente: R$ 130 (dinheiro ou cartões) R$ 117 (apresentando carteira de convênios aceitos pelo Hospital)

Previne Centro de Vacinação – (Rua Coronel Bordini, 380 – Auxiliadora)
Fone: 3337-5455
Trivalete: não tem.
Quadrivalente: R$ 120 (débito/crédito) R$ 110 (dinheiro)

Prophylaxis Clínica de Vacinação – (Avenida Cristóvão Colombo, 545, loja 1.236, térreo, Shopping Total – Floresta)
Fone: (51) 3018-8236
Trivalente: R$ 70 (débito/crédito) – R$ 63 (dinheiro ou convênio Unimed)
Quadrivalente: R$ 100 (débito/crédito) – R$ 90 (dinheiro ou convênio Unimed)

Vacine – (Rua Doutor Oscar Bittencourt, 324 – Menino Deus)
Fone: (51) 3233-9090
Trivalente: R$ 60 (débito/crédito) R$ 50 (dinheiro)
Quadrivalente: R$ 100 (cartão até 2x) R$ 80 (dinheiro)

Cia de Vacinas – (Rua 24 de Outubro, 1.312, sala 306 – Auxiliadora)
Fone: (51) 3343-8002
Trivalente: não tem.
Quadrivalente: R$ 110

*Se sua clínica oferece a vacina contra a gripe e não está neste levantamento, envie as informações para o e-mail redacao@saudegaucha.com que atualizaremos esta matéria.

Fonte: saudegaucha.com com informações da Anvisa e Ministério da Saúde.

 

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Saiba o porquê de as camisinhas serem seguras, eficazes e de qualidade https://www.saudegaucha.com/produtos/saiba-porque-as-camisinhas-sao-seguras-eficazes-e-de-qualidade/ https://www.saudegaucha.com/produtos/saiba-porque-as-camisinhas-sao-seguras-eficazes-e-de-qualidade/#respond Thu, 14 Feb 2019 16:59:22 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=1387 Para garantir a segurança e a eficácia do produto, a Anvisa estabelece regras para fabricantes e importadores

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Além de muita festa, o Carnaval também é um momento de conscientização e cuidado com a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), especialmente por meio do uso de preservativos. A popular camisinha é capaz de evitar a contaminação pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), causador da Aids, além da sífilis, de alguns tipos de hepatite e outras ISTs. Além disso, é uma forma segura de evitar gravidez indesejada. Por isso, deve ser um item obrigatório nos festejos!

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Para garantir a segurança e a eficácia desses produtos, a Anvisa estabelece regras que devem ser atendidas por fabricantes e importadores.

Atualmente, existe uma grande variedade de camisinhas regularizadas pela Anvisa disponíveis no mercado. Além de possuírem características diversas (diferentes texturas, colorações, aromas e mesmo sabores), podem também apresentar composição (látex de borracha natural e de borracha sintética, poliuretano) e apresentações distintas (masculinas e femininas). O objetivo é atender as necessidades e expectativas individuais, como, por exemplo, de alguém com alergia ao látex.

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Testes de qualidade

Antes de obter o registro junto à Anvisa, os preservativos passam por rigorosos testes de avaliação de segurança, eficácia e qualidade, estabelecidos por regulamentos nacionais e internacionais.

Dentre os requisitos avaliados no processo de regularização de preservativos, destaca-se a determinação da capacidade volumétrica e da pressão de estouro, cujo principal objetivo é avaliar a resistência desses produtos ao rompimento durante o ato sexual.

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Também são avaliadas as propriedades de barreira dos preservativos, para verificar a sua eficácia como método contraceptivo e de prevenção de ISTs. Neste caso, amostras do preservativo são infladas com um fluxo de ar padrão; caso se verifique perda de pressão por algum orifício, o teste é interrompido e o produto é reprovado. Caso não haja nenhum orifício, o preservativo é inflado para medir o volume e a pressão em que o produto estoura.

As camisinhas comercializadas no país também são submetidas à avaliação de estabilidade, para determinação do seu prazo de validade.

Por serem o tipo mais comum, os preservativos masculinos de látex de borracha natural são submetidos à certificação compulsória, conforme normas estabelecidas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

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Alergia ao látex

Algumas substâncias presentes na camisinha, tais como o próprio látex e os lubrificantes, corantes e aromatizantes, além de compostos como espermicidas, podem causar alergia.

Como alternativa aos preservativos constituídos de látex de borracha natural, são disponibilizados os preservativos sintéticos (geralmente constituídos por borracha de látex sintética ou poliuretano).

De qualquer forma, sempre que houver qualquer sinal de irritação ou reação alérgica, interrompa o uso do preservativo e procure orientação médica.

Na prateleira

Além do registro na Anvisa, obrigatoriamente as embalagens dos preservativos devem conter o nome comercial do produto, o número do lote, a data de fabricação e a data de vencimento ou o prazo de validade, além da origem e da identificação do fabricante.

A empresa deve informar, ainda, se o preservativo é lubrificado e se possui espermicida ou outro aditivo, além de disponibilizar as instruções de uso e o telefone do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC). Também devem constar nas embalagens os dizeres “Produto de uso único” e “Abrir somente na hora do uso”.

Para os preservativos feitos com látex de borracha natural, também é obrigatória a informação: “Contém látex natural. Pode causar alergia”.

Conheça os aspectos técnicos das normas sobre preservativos

Leia também:

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Falta de medicamentos para arritmias nas farmácias dos hospitais preocupa cardiologistas https://www.saudegaucha.com/produtos/falta-de-medicamentos-para-arritmias-nas-farmacias-dos-hospitais-preocupa-cardiologista/ https://www.saudegaucha.com/produtos/falta-de-medicamentos-para-arritmias-nas-farmacias-dos-hospitais-preocupa-cardiologista/#respond Thu, 31 Jan 2019 01:40:34 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=1259 O principal medicamento utilizado para o tratamento de diversas arritmias cardíacas, como a fibrilação atrial e taquiarritmias ventriculares – doenças potencialmente fatais – está em falta nas farmácias dos hospitais brasileiros. A Amiodarona injetável é praticamente a única opção para o tratamento clínico de arritmias graves. LEIA O DOCUMENTO DA SBC O ofício encaminhado para […]

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O principal medicamento utilizado para o tratamento de diversas arritmias cardíacas, como a fibrilação atrial e taquiarritmias ventriculares – doenças potencialmente fatais – está em falta nas farmácias dos hospitais brasileiros. A Amiodarona injetável é praticamente a única opção para o tratamento clínico de arritmias graves.

LEIA O DOCUMENTO DA SBC

O ofício encaminhado para a Agência de Vigilância Sanitária – Anvisa, e assinado em conjunto pela SBC e SOBRAC, solicita que seja verificado, com a maior rapidez possível, a situação atual da distribuição da Amiodarona injetável. O documento pede também que a Agência atue de todas as maneiras possíveis para normalizar a situação.

“Nas últimas duas décadas, a Fibrilação Atrial tornou-se um importante problema de saúde pública, com grande consumo de recursos em saúde. O avanço da doença repercute diretamente na qualidade de vida da pessoa, em especial devido a suas consequências clínicas, como a formação de coágulos que podem levar a um infarto, um AVC ou uma trombose de grandes artérias periféricas ou ainda alterações cognitivas”, explica o presidente da SBC, Oscar Dutra.

“Aqui no Brasil estimamos que 1,5 a 2 milhões de pessoas devam ter Fibrilação Atrial e que poderá chegar a 10 milhões em 2.050. Nos Estados Unidos, estima-se que a prevalência da doença será de 15,9 milhões em 2.050.”, completa o presidente da SOBRAC, Jorge Carlos Moura Jorge.

Em outros países, que dispõem de vários outros medicamentos antiarrítmicos por via venosa, o uso da Amiodarona é geralmente a primeira opção. “No Brasil, é praticamente a única opção. Por isso, trata-se de remédio de vital importância, uma vez que o tratamento inadequado de arritmias pode levar a consequências graves, inclusive à morte”, alerta Moura Jorge.

O uso da Amiodarona é recomendado para o tratamento de pacientes com fibrilação atrial por diretrizes nacionais e internacionais, assim como para as arritmias ventriculares. Além disso, dada a sua eficácia e segurança clínica, é particularmente indicada para o tratamento de arritmias em pacientes com doenças cardíacas graves, como insuficiência cardíaca congestiva, especialmente na Doença de Chagas.

Fonte: Paranashop

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Anvisa orienta como realizar descarte de termômetros de mercúrio https://www.saudegaucha.com/legislacao/resolucoes/anvisa-orienta-como-realizar-descarte-de-termometros-de-mercurio/ https://www.saudegaucha.com/legislacao/resolucoes/anvisa-orienta-como-realizar-descarte-de-termometros-de-mercurio/#respond Tue, 22 Jan 2019 14:26:20 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=1178 Entrou em vigor, neste mês de janeiro, a Resolução Anvisa 145-2017, que proíbe a fabricação, importação e comercialização dos termômetros e esfigmomanômetros com coluna de mercúrio.  A normativa também proíbe o uso destes equipamentos em serviços de saúde, que deverão realizar o descarte dos resíduos sólidos contendo mercúrio. Confira a Resolução Anvisa 222-2018, que orienta o descarte de […]

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Entrou em vigor, neste mês de janeiro, a Resolução Anvisa 145-2017, que proíbe a fabricação, importação e comercialização dos termômetros e esfigmomanômetros com coluna de mercúrio.  A normativa também proíbe o uso destes equipamentos em serviços de saúde, que deverão realizar o descarte dos resíduos sólidos contendo mercúrio. Confira a Resolução Anvisa 222-2018, que orienta o descarte de materiais, inclusive aqueles que contêm colunas de mercúrio.

A proibição da coluna de mercúrio em termômetros e dos esfigmomanômetros, como são chamados tecnicamente os medidores de pressão, é resultado da Convenção de Minamata. A convenção, assinada pelo Brasil e mais 140 países em 2013, tem como objetivo eliminar o uso de mercúrio em diferentes produtos como pilhas, lâmpadas e equipamentos para saúde, entre outros.

A exposição ao mercúrio representa um risco para os profissionais de Saúde, especialmente da Enfermagem. A exposição continuada, por longos períodos, pode provocar danos no sistema nervoso central e tireoide. A contaminação do meio ambiente por mercúrio também está ligada a danos para a saúde humana. O documento oficial do Ministério do Meio Ambiente, Diagnóstico Preliminar sobre o Mercúrio no Brasil, informa que a exposição a 1,2 mg por algumas horas pode causar bronquite química e fibrose pulmonar em seguida (Sigeyuki et al., 2000).

Fonte: COFEN/ANVISA

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Oferta de produtos para a saúde cresce 11,4% em três anos https://www.saudegaucha.com/produtos/oferta-de-produtos-para-a-saude-cresce-114-em-tres-anos/ https://www.saudegaucha.com/produtos/oferta-de-produtos-para-a-saude-cresce-114-em-tres-anos/#respond Mon, 14 Jan 2019 01:16:42 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=1053 A oferta de produtos para a saúde no mercado nacional está em alta. De acordo com dados da Anvisa, somente em 2018 foram aprovados um total de 5.780 itens, o que correspondeu à regularização de quase 16 produtos por dia. Além do grande volume de aprovações concedidas pelo órgão, o número também representou um crescimento […]

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A oferta de produtos para a saúde no mercado nacional está em alta. De acordo com dados da Anvisa, somente em 2018 foram aprovados um total de 5.780 itens, o que correspondeu à regularização de quase 16 produtos por dia. Além do grande volume de aprovações concedidas pelo órgão, o número também representou um crescimento de 11,4% em apenas três anos (2016-2018).

Os produtos para a saúde, também conhecidos como dispositivos médicos, são aqueles utilizados na realização de procedimentos médicos, odontológicos, fisioterápicos, para fins de diagnóstico, tratamento, reabilitação ou monitoramento de pacientes. Portanto, o aumento de itens regularizados no país possibilita, na prática, mais acesso dos serviços de saúde e da população a novas opções de produtos no mercado.

Complexidade

A ampliação da oferta de produtos para a saúde seguros e eficazes é um fato positivo e resultado direto da atuação da Anvisa, que tem o desafio de regular uma área que a cada ano cresce em volume e complexidade.

De 2016 a 2018, a quantidade de pedidos de regularização de novos produtos teve incremento de 27%, enquanto que a de pós-registro (alterações, revalidações, transferência de titularidade, entre outros) aumentou em 35%.

Já a quantidade total de petições encaminhadas para análise subiu 33% entre 2016 e 2018. Somente no ano passado, a Anvisa recebeu cerca de 22 mil petições referentes a produtos para a saúde. Essa demanda equivale à necessidade de analisar cerca de 60 petições por dia, incluídos os sábados, domingos e feriados. Portanto, representou um grande desafio para o órgão.

Responsabilidade

A área da Anvisa responsável por propor, participar, apoiar e analisar a edição de regulamentos e padrões relativos aos dispositivos médicos, bem como suas inovações tecnológicas, é a Gerência Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde (GGTPS). Essa área também analisa os pedidos de regularização de materiais, equipamentos e produtos para diagnóstico in vitro, considerando a qualidade, a segurança e a eficácia desses produtos.

Para enfrentar a grande demanda relacionada aos dispositivos médicos e estimular a oferta de novos produtos à sociedade, a GGTPS investe na capacitação de sua equipe técnica, no aprimoramento da regulamentação, na racionalização de processos de trabalho e no estreitamento da relação com o setor regulado. Também acompanha e implementa as melhores práticas regulatórias internacionais, sem perder de vista a realidade do cenário nacional e o adequado controle sanitário.

Regime de notificação

O foco do trabalho da GGTPS é aplicar maior esforço em processos que envolvem maior risco sanitário, no sentido de oferecer maior segurança aos usuários e, ao mesmo tempo, agilidade para que produtos e tecnologias inovadoras alcancem o mercado mais rapidamente, ampliando o acesso à saúde.

Um exemplo disso é a proposta de Resolução da Diretoria Colegiada (RDC), já em fase final de tramitação (após consulta pública), que adotará o regime de notificação para a regularização de produtos de menor risco (classe I), dispensando-se a análise técnica e a publicação do deferimento ou indeferimento na imprensa oficial. Atualmente, 37% dos produtos regularizados e com registro válido na Agência pertencem a essa classe.

A partir da entrada em vigência do regime de notificação de produtos pertencentes à menor classe de risco, o esforço da Anvisa se voltará, ainda mais, para a atuação na regulação de produtos de maior risco, possibilitando o aprimoramento da qualidade da análise técnica e o incremento da produtividade, atualmente já no limite possível da expansão.

Para 2019, a Anvisa reforça seu compromisso com a transparência, com foco no aprimoramento do controle sanitário de dispositivos médicos, além do fomento e execução de ações para o desenvolvimento da convergência regulatória internacional.

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Aprovado novo produto para reposição de anticorpos https://www.saudegaucha.com/produtos/aprovado-novo-produto-para-reposicao-de-anticorpos/ https://www.saudegaucha.com/produtos/aprovado-novo-produto-para-reposicao-de-anticorpos/#respond Wed, 12 Dec 2018 16:50:24 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=951 A Anvisa aprovou o registro do Panzyga (imunoglobulina humana), novo produto biológico indicado em terapias de reposição de anticorpos e reforço das defesas do organismo em pacientes com diminuição de imunidade (imunodeficiência). O medicamento, registrado pela empresa Octapharma Brasil Ltda., é um hemoderivado, composto de uma preparação de imunoglobulina humana a 10%. As indicações terapêuticas […]

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A Anvisa aprovou o registro do Panzyga (imunoglobulina humana), novo produto biológico indicado em terapias de reposição de anticorpos e reforço das defesas do organismo em pacientes com diminuição de imunidade (imunodeficiência). O medicamento, registrado pela empresa Octapharma Brasil Ltda., é um hemoderivado, composto de uma preparação de imunoglobulina humana a 10%.

As indicações terapêuticas específicas aprovadas para o uso do Panzyga são:

1 . Terapia de reposição em adultos, crianças e adolescentes (0-18 anos), nos seguintes casos:

  • síndromes de imunodeficiência primária (PID), com produção deficiente de anticorpos;
  • hipogamaglobulinemia (tipo de imunodeficiência) e infecções bacterianas recorrentes em pacientes com leucemia linfocítica crônica (câncer nos glóbulos brancos), quando há falha na terapia profilática com antibióticos;
  • hipogamaglobulinemia e infecções bacterianas recorrentes em pacientes com mieloma múltiplo (câncer de células plasmáticas do sangue) na fase estacionária e que não responderam à imunização por pneumococos;
  • hipogamaglobulinemia após transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas (TCiH) – quando são usadas células do próprio paciente no procedimento;
    e portadores de Aids congênita com infecções bacterianas recorrentes.

2. Imunomodulação (uso de substâncias que aumentam a resposta imunológica) em adultos, crianças e adolescentes (0-18 anos) com:

  • trombocitopenia imune primária (ITP), caracterizada pela redução de plaquetas no sangue, em pacientes com elevado risco de hemorragia ou correção do número de plaquetas antes de cirurgia;
  • síndrome de Guillain-Barré;
  • e doença de Kawasaki.

De acordo com a Anvisa, o registro do Panzyga foi concedido pela via de desenvolvimento individual, que é uma das formas de registro sanitário para produtos biológicos no Brasil, conforme as normas da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 55, de 2010. A aprovação do registro foi publicada nesta segunda-feira (10/12), no Diário Oficial da União (D.O.U).

Fonte: Anvisa

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Medicamento para hipertensão e controle de edemas pode causar câncer https://www.saudegaucha.com/produtos/medicamento-para-hipertensao-e-controle-de-edemas-pode-causar-cancer/ https://www.saudegaucha.com/produtos/medicamento-para-hipertensao-e-controle-de-edemas-pode-causar-cancer/#respond Tue, 04 Dec 2018 19:05:20 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=801 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou hoje (4) um alerta para o aumento do risco de câncer de pele não-melanoma decorrente do uso cumulativo do medicamento hidroclorotiazida, utilizado para tratamento da hipertensão arterial e para controle de edemas. “A descoberta foi realizada por meio de estudos epidemiológicos que demonstraram uma associação dose-dependente cumulativa […]

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou hoje (4) um alerta para o aumento do risco de câncer de pele não-melanoma decorrente do uso cumulativo do medicamento hidroclorotiazida, utilizado para tratamento da hipertensão arterial e para controle de edemas.

“A descoberta foi realizada por meio de estudos epidemiológicos que demonstraram uma associação dose-dependente cumulativa — que ocorre quando a dose utilizada de um determinado medicamento está diretamente relacionada com seus efeitos — entre o medicamento em questão e o câncer de pele não-melanoma”, informou a Anvisa.

De acordo com a agência, em um dos estudos, foi possível notar também uma possível associação entre câncer de lábio e a exposição ao medicamento. “Ações fotossensibilizadoras da hidroclorotiazida, que facilitam a sua absorção pela pele, podem atuar como um possível mecanismo para a doença”.

A Anvisa considerou ainda as recomendações do Comitê de Avaliação de Riscos em Farmacovigilância da Agência Europeia de Medicamentos para classificar como plausível a associação entre o aumento do risco de câncer de pele não-melanoma e o uso em longo prazo de medicamentos contendo hidroclorotiazida.

Recomendações
Por meio de comunicado, a agência solicitou que os profissionais de saúde informem aos pacientes tratados com hidroclorotiazida sobre o risco de câncer de pele – sobretudo aqueles que já fazem uso do fármaco em longo prazo. Eles também devem ser orientados a verificar regularmente a pele quanto a novas lesões e a notificar imediatamente o profissional sobre qualquer tipo de lesão cutânea suspeita.

A orientação da Anvisa é que o tratamento não seja interrompido antes que os pacientes consultem o médico. “Lesões cutâneas suspeitas devem ser prontamente examinadas, incluindo exame histológico de biópsias. Medidas preventivas, tais como limitação da exposição à luz solar e aos raios ultravioleta, podem ser realizadas no intuito de minimizar o risco de câncer de pele. O uso de hidroclorotiazida pode ser revisto em pacientes com histórico de câncer de pele não-melanoma”.

A inclusão das novas informações de segurança nas bulas de todos os medicamentos que contêm o princípio ativo hidroclorotiazida será imediatamente solicitada pela agência.

Câncer de pele
O câncer de pele não-melanoma compreende os tumores mais comuns, que ocorrem principalmente em pessoas de pele clara, após exposição solar por longo tempo. Geralmente, apresentam apenas crescimento local, mas não cicatrizam ou se curam sem tratamento e tendem a aumentar com o tempo, podendo causar deformação, dor e sangramento.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que esse é o tipo de câncer mais frequente no Brasil e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Se detectado precocemente, a doença apresenta altos percentuais de cura. Entre os tumores de pele, o tipo não-melanoma é o de maior incidência e de mais baixa mortalidade.

Monitoramento
A Anvisa informou que monitora continuamente os medicamentos comercializados no Brasil e reforçou que profissionais de saúde e pacientes notifiquem os eventos adversos ocorridos com o uso de qualquer medicamento.

A comunicação de suspeitas de eventos adversos pelos pacientes pode ser feita por meio do formulário, pela Central de Atendimento ao Público (0800 642 9782) ou pela Ouvidoria (ouvidori@tende)

Para os profissionais de saúde, a Anvisa disponibiliza o sistema Notivisa em caso de notificação de eventos adversos.

Fonte: Agência Brasil

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O avanço da tecnologia promove o turismo de saúde https://www.saudegaucha.com/produtos/o-avanco-da-tecnologia-promove-o-turismo-de-saude/ https://www.saudegaucha.com/produtos/o-avanco-da-tecnologia-promove-o-turismo-de-saude/#respond Tue, 27 Nov 2018 19:58:03 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=609 Vivemos atualmente de uma maneira em que cada segundo conta, pois tudo parece passar com muita velocidade e nos ocupamos em inúmeras tarefas e compromissos. Os dias realmente voam! Talvez por isso a sociedade atual não abre mais mão das facilidades dos smartphones, tablets, computadores e equipamentos ultramodernos. A tecnologia silenciosamente nos guia pelos melhores […]

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Vivemos atualmente de uma maneira em que cada segundo conta, pois tudo parece passar com muita velocidade e nos ocupamos em inúmeras tarefas e compromissos. Os dias realmente voam! Talvez por isso a sociedade atual não abre mais mão das facilidades dos smartphones, tablets, computadores e equipamentos ultramodernos. A tecnologia silenciosamente nos guia pelos melhores caminhos nas cidades, em diferentes compras, na escolha de um destino de turismo, na compra das passagens, na reserva do melhor pôr do sol ou do quarto mais aconchegante de um hotel, no melhor restaurante, também nos inspira através da foto de um amigo da rede social que já se fotografou em determinado cartão-postal e até nos ajuda a escolher o melhor lugar para um tratamento de saúde.

Esta mesma tecnologia traz a estranha sensação de que os continentes e países estão mais próximos, tamanha a facilidade de adquirir produtos importados em lojas on-line de outros países, fechar negócios com empresas estrangeiras sem sair da cadeira da sala de estar e ainda fazer consultas médicas a distância e se programar para procedimentos apenas nas datas agendadas pelos especialistas. A telemedicina está se tornando um facilitador e tem incentivado o turismo médico globalizado. À medida que as barreiras tecnológicas são quebradas, os pacientes e a equipe clínica podem trocar informações e preocupações antes e depois da cirurgia.

Segundo Julia Lima, presidente da Associação Brasileira de Turismo de Saúde, a tecnologia provou ser um catalisador para o crescimento do turismo médico, e os estados e as empresas brasileiras relacionados a este segmento devem estar antenados a esta tendência globalizada. “Para um paciente que considera os cuidados de saúde no exterior, há três considerações principais: a qualidade dos médicos; a infraestrutura de hospitais, clínicas e hotéis; e a facilidade de acessar informações sobre a credibilidade destas empresas. Para facilitar a ABRATUS está lançando a plataforma de Concierge de Saúde e Turismo das Américas – para dez países (oito idiomas) e cerca de seis milhões de pessoas – com objetivo de captar turistas pacientes para os associados e afiliados certificados. A ferramenta é estratégica e permite orçamentos turísticos e de saúde, compartilhamento de prontuários, diagnostico, telemedicina, entre outras facilidades”, complementa.

As soluções tecnológicas derrubam fronteiras e facilitam o trabalho dos médicos, que têm mais acesso ao histórico de saúde do paciente e a todos os exames realizados. Com acesso facilitado às informações importantes e oportunas ao tratamento, há mais chances de o profissional de saúde garantir resultados mais eficientes nos procedimentos e no acompanhamento durante a recuperação. Essas ferramentas também ajudam a melhorar o atendimento ao paciente e permitem que as organizações digitalizem e transformem fundamentalmente as operações, garantindo o sigilo das informações trocadas.

Com a atual tendência dos cuidados de saúde interligados, o avançado uso da tecnologia permitirá a ideia do “Hospital Inteligente”, uma realidade até 2020. Essa transformação digital já é fato em várias empresas do segmento de saúde e também em alguns países está relacionada à Internet das Coisas, um sistema de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) e dispositivos de avaliação de dados interconectados. Este sistema está empregando soluções habilitadas por Inteligência Artificial (IA) e a vasta quantidade de dados para contribuir com os cuidados com a saúde e, na vanguarda desta revolução, estão a Ásia-Pacífico, a Europa e a América do Norte.

O Brasil, reconhecidamente berço de importantes faculdades de medicinas, hospitais e médicos renomados internacionalmente também tem muito potencial para atrair estes viajantes: “Para alavancar o Brasil como destino de saúde, a ABRATUS está executando um plano – a longo prazo – para aperfeiçoar a conexão entre os prestadores acreditados de serviços, governo, agentes de promoção, facilitadores e o trade de turismo, que não relacionam todas as atividades econômicas entrelaçadas na construção de serviços. Com essa junção de comunicação e investimento em plataforma tecnológica que atingirá 38% do mercado mundial varejista, vamos formar a imagem de um destino apropriado de turismo de saúde internacional. Estamos abertos a orientar os prestadores de serviço deste setor sobre a forma mais saudável e lucrativa de investir na área”, finaliza Julia Lima.

Fonte: Estilo Press

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Na MEDICA 2018, indústria brasileira amplia em 243% os negócios fechados https://www.saudegaucha.com/produtos/na-medica-2018-industria-brasileira-amplia-em-243-os-negocios-fechados/ https://www.saudegaucha.com/produtos/na-medica-2018-industria-brasileira-amplia-em-243-os-negocios-fechados/#respond Tue, 27 Nov 2018 19:51:48 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=608 A participação brasileira na edição 2018 da MEDICA superou e muito os resultados obtidos no ano passado. Foram fechados US$ 1,7 milhão em negócios, o que representa um crescimento de 243% no comparativo com o resultado de 2017. Além disso, a expectativa de negócios para os próximos 12 meses é de US$ 14,5 milhões, perspectiva […]

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A participação brasileira na edição 2018 da MEDICA superou e muito os resultados obtidos no ano passado. Foram fechados US$ 1,7 milhão em negócios, o que representa um crescimento de 243% no comparativo com o resultado de 2017. Além disso, a expectativa de negócios para os próximos 12 meses é de US$ 14,5 milhões, perspectiva 45% superior à edição passada. As 45 empresas que compuseram os pavilhões brasileiros realizaram, entre 12 e 15 de novembro em Düsseldorf, na Alemanha, cerca de 1.898 contatos comerciais. Reconhecida como maior feira do setor de saúde no mundo, a MEDICA integra a agenda de ações do Brazilian Health Devices, projeto setorial executado pela ABIMO em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

“Com um aumento de 4,5 milhões de dólares na expectativa de negócios para os próximos 12 meses em relação à edição do ano passado, encerramos a feira MEDICA certos de que as empresas participantes fizeram contatos qualificados, fortaleceram o relacionamento com seus stakeholders, e posicionaram estrategicamente os seus valores e diferenciais”, relata Larissa Gomes, coordenadora de promoção comercial da ABIMO. Em 2017 foram fechados US$ 500 mil em novos negócios e a expectativa, ao término do evento, era de geração de US$ 10 milhões em oportunidades nos 12 meses seguintes.

Satisfeitas com a geração de novos contratos e com a ampliação de suas redes de relacionamento, as empresas que participaram seguem motivadas para os próximos meses. “Essa foi nossa primeira participação e viemos com a expectativa de conhecer novas tecnologias e visualizar as principais novidades do setor de saúde disponíveis no mercado europeu. Foi uma ação muito interessante pois, além disso, encontramos vários fornecedores úteis para nossos negócios e conhecemos muita gente não só da Europa, mas também da América Latina”, declara Mayuli Fonseca, diretora de novos negócios da UniHealth Logística.

Para Victor Basso, diretor da Opuspac, a participação deste ano foi excelente. “Foi nossa segunda vez na MEDICA e estamos muito satisfeitos por criar oportunidades de negócios com diversos países. Estamos muito felizes por ter participado junto com a ABIMO, uma organização extremamente profissional e que atua com seriedade”.

Confirmando interesse em estar presente na próxima edição da MEDICA – que será realizada entre 18 e 21 de novembro de 2019 –, Dylan Góes, da BCF, visualiza uma escalada ao longo da participação da marca na feira. “Essa foi nossa quarta participação e nossos negócios tendem sempre a aumentar ano após ano graças ao trabalho do Brazilian Health Devices”, pontua.

Para Larissa, essa é uma das grandes vantagens de participar anualmente. “Estar em todas as edições ajuda na promoção da imagem das marcas. Uma das empresas participantes deste ano, inclusive, fechou negócios com um distribuidor que já a tinha visitado nos anos anteriores”, afirma.

Os pavilhões brasileiros também realizaram o tradicional Brazilian Happy Hour para receber os convidados em um momento de fortalecimento do relacionamento com grandes tomadores de decisão. Ao som de música brasileira e servindo um buffet típico do nosso país, empresas e clientes puderam vivenciar momentos de descontração.

A edição 2018 da MEDICA recebeu, ao longo dos quatro dias de evento, cerca de 120 mil visitantes vindos de 155 países. Foram 5.273 expositores de 66 nações e a agenda de fóruns e conferências superou 1.000 apresentações. A próxima edição já está marcada e será realizada de 18 a 21 de novembro em Düsseldorf, na Alemanha.

Fonte: Abimo

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Genéricos e similares ocupam 65% do mercado nacional, diz Anvisa https://www.saudegaucha.com/produtos/genericos-e-similares-ocupam-65-do-mercado-nacional-diz-anvisa/ https://www.saudegaucha.com/produtos/genericos-e-similares-ocupam-65-do-mercado-nacional-diz-anvisa/#respond Tue, 27 Nov 2018 19:45:22 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=605 Medicamentos genéricos e similares foram os campeões de vendas de remédios no Brasil em 2017, segundo dados divulgados hoje (26) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os produtos, de acordo com o levantamento, alcançaram a marca de 2,9 bilhões de embalagens comercializadas no ano passado – 65% do total de caixas de medicamentos vendidas […]

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Medicamentos genéricos e similares foram os campeões de vendas de remédios no Brasil em 2017, segundo dados divulgados hoje (26) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os produtos, de acordo com o levantamento, alcançaram a marca de 2,9 bilhões de embalagens comercializadas no ano passado – 65% do total de caixas de medicamentos vendidas no país (4,4 bilhões).

Juntos, genéricos e similares, que custam no mínimo 35% menos em relação aos medicamentos de referência, foram responsáveis por 72,4% do total de produtos cadastrados pela indústria farmacêutica. Ambos os remédios também representaram um terço do faturamento global do setor, chegando a R$ 23,5 bilhões em produtos comercializados – 33,9% do total das vendas.

“Os dados confirmam um fato importante: a participação dos medicamentos genéricos e dos similares (que atendem às mesmas exigências regulatórias que os genéricos) no mercado nacional coloca o Brasil em nível próximo ao de países como os Estados Unidos e o Canadá”, avaliou a Anvisa.

Ainda de acordo com o levantamento, o percentual de comercialização de genéricos em 2017 foi maior que os de 2016 (32,4%) e de 2015 (30%). No ano passado, o volume de negócios envolveu 88 empresas produtoras de genéricos que, juntas, venderam um total de 2.450 produtos em 4.202 apresentações. Sozinhos, os genéricos renderam R$ 9,3 bilhões.

Outro dado interessante é que 63% do faturamento total dos genéricos foi composto por medicamentos com preço de fábrica inferior a R$ 25 por unidade. Apenas 9% ficaram acima da faixa de R$ 250.

Especificamente em relação aos medicamentos similares, 149 empresas produziram um total de 2.320 produtos, em 4.409 apresentações diferentes, com faturamento de R$ 14,1 bilhões.

Fonte: Agência Brasil

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