Sua Saúde – Saúde Gaúcha https://www.saudegaucha.com Informação para gestores e profissionais de saúde. Thu, 13 Jun 2019 19:57:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.1.1 https://www.saudegaucha.com/wp-content/uploads/2018/10/Saúde-Gaúcha-Favicon-2-100x100.png Sua Saúde – Saúde Gaúcha https://www.saudegaucha.com 32 32 Plantio de maconha poderá ser liberado para pesquisa e medicamentos https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/plantio-de-maconha-podera-ser-liberado-para-pesquisa-e-medicamentos/ https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/plantio-de-maconha-podera-ser-liberado-para-pesquisa-e-medicamentos/#respond Wed, 12 Jun 2019 22:02:03 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2745 A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) apresentou nesta terça-feira (11) uma proposta que visa liberar o plantio da maconha para pesquisa e a produção de medicamentos. O tema ficará em consulta pública por dois meses. Se for aprovado, o plantio deverá ocorrer em lugares fechados e com acesso controlado por portas de segurança e […]

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) apresentou nesta terça-feira (11) uma proposta que visa liberar o plantio da maconha para pesquisa e a produção de medicamentos. O tema ficará em consulta pública por dois meses.

Se for aprovado, o plantio deverá ocorrer em lugares fechados e com acesso controlado por portas de segurança e com uso de biometria. As empresas também terão que apresentar planos de segurança para evitar desvios e serão alvo de inspeções periódicas.

O plantio de maconha é proibido no país. Contudo, desde 2006,  a lei 11.343 prevê a possibilidade de que a União autorize o plantio para fins medicinais e científicos em local e prazo predeterminados e mediante fiscalização.

Matéria da Band News mostra que o número de pacientes que buscam a importação de canabidiol triplicou desde que o remédio feito à base de maconha foi aprovado no Brasil.

Consulta pública para Cannabis medicinal
A Diretoria Colegiada (Dicol) da Anvisa aprovou, nesta terça-feira (11/6), a realização de duas consultas públicas relacionadas à regulamentação do cultivo controlado de Cannabis sativa para uso medicinal e científico e do registro de medicamentos produzidos com princípios ativos da planta. O objetivo da iniciativa é abrir espaço para que toda a sociedade opine sobre as normas brasileiras, a fim de que a futura regulação seja clara, transparente e feita com ampla participação social.

Como resultado do processo regulatório, a Anvisa quer favorecer a produção nacional de terapias feitas à base de Cannabis com garantia de qualidade e segurança, além de permitir a ampliação do acesso da população a medicamentos.

As duas propostas de Resoluções da Diretoria Colegiada (RDCs) que entrarão em consulta foram produzidas a partir de estudos e evidências científicas sobre o benefício terapêutico de medicamentos feitos à base da planta.

Uma delas trata dos requisitos técnicos e administrativos para o cultivo da planta por empresas farmacêuticas, única e exclusivamente para fins medicinais e científicos. A outra traz os procedimentos para o registro e monitoramento de medicamentos produzidos à base de Cannabis spp., seus derivados e análogos sintéticos.

As regras preveem o monitoramento e a rastreabilidade dos medicamentos, desde o produtor, passando pelo transportador e drogarias, até o paciente. Portanto, a regulação será rigorosa quanto à cadeia de produção, distribuição e consumo dos medicamentos produzidos.

De acordo com a Anvisa, as normas serão aplicáveis apenas a medicamentos cuja indicação terapêutica seja restrita a pacientes com doenças debilitantes graves e/ou que ameacem a vida e sem alternativa terapêutica.

Com a aprovação das consultas públicas pela Dicol, o próximo passo é fazer o trâmite de encaminhamento dos documentos para publicação no Diário Oficial da União (D.O.U). As consultas serão abertas a contribuições de empresas, universidades, órgãos de governo e de defesa do consumidor, além de profissionais de saúde e da população em geral.

Com informações da ANVISA

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Em outubro, SUS terá medicamento para AME  https://www.saudegaucha.com/sua-saude/em-outubro-sus-tera-medicamento-para-ame/ https://www.saudegaucha.com/sua-saude/em-outubro-sus-tera-medicamento-para-ame/#respond Wed, 12 Jun 2019 20:52:18 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2739 O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ofertar o medicamento Nusinersen (spinraza) para o tratamento de pacientes com os tipos II e III da doença rara Atrofia Muscular Espinhal (AME 5q). Recentemente, a pasta incorporou o mesmo medicamento para o tipo I. O anúncio da nova incorporação foi feito nesta quarta-feira (12), pelo secretário […]

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O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ofertar o medicamento Nusinersen (spinraza) para o tratamento de pacientes com os tipos II e III da doença rara Atrofia Muscular Espinhal (AME 5q). Recentemente, a pasta incorporou o mesmo medicamento para o tipo I. O anúncio da nova incorporação foi feito nesta quarta-feira (12), pelo secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Denizar Vianna, na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). Outra novidade é que essas novas incorporações serão as primeiras adquiridas por meio do compartilhamento de risco, nova modalidade de compra adotada pelo SUS.

O medicamento, para os três tipos da doença, está previsto para ser disponibilizado aos pacientes a partir de outubro deste ano, nos centros de referência para o tratamento da doença, com a disponibilização de cuidados multidisciplinares.

“Esse importante avanço é um momento ímpar para o SUS. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, assinou o primeiro compartilhamento de risco entre uma indústria farmacêutica e a pasta, para oferecer o tratamento aos pacientes AME tipos II e III. Medidas inovadoras como essa, nos permite aumentar o acesso da população a esses tratamentos, e ao mesmo tempo, garantir a sustentabilidade do SUS. Queremos suprir não só a necessidade pelo tratamento medicamentoso, mas todas as etapas de atenção dessa população de pacientes”, afirmou o secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Denizar Vianna.

Com o projeto, a pasta vai coletar evidências adicionais sobre o uso do medicamento para os tipos II e III, e a eficácia em condições reais do paciente. Além disso, o Ministério da Saúde também pretende fomentar a pesquisa sobre a AME 5q tipos II (início dos sintomas entre 7 e 18 meses de vida) e o tipo III (início dos sintomas antes dos 3 anos de vida e 12 anos incompletos), para orientar políticas públicas de saúde no âmbito do SUS.

Na modalidade de compartilhamento de risco com a indústria, ao mesmo tempo em que os portadores da doença fazem uso do medicamento, deverão ser acompanhados, via registro prospectivo, para medir resultados e desempenhos, como evolução da função motora e menor tempo de uso de ventilação mecânica. Atualmente, há negociações de acesso e reembolso do fármaco em 42 países, como França, Itália e Reino Unido.

Incorporação
Em abril deste ano, o Ministério Saúde começou a ofertar no SUS o medicamento Nusinersen (Spinraza) para as pessoas que vivem com a doença rara Atrofia Muscular Espinhal (AME), tipo I, os mais presentes no país. O insumo é o único no mundo recomendado para o tratamento de AME.

O tratamento consiste na administração de seis frascos com 5 ml no primeiro ano e, a partir do segundo ano, passam a ser três frascos. A medida teve como base diversos estudos que apontam a eficácia do medicamento na interrupção da evolução da AME para quadros mais graves e que são prevalentes na maioria dos pacientes.

Ame
A AME é uma doença genética que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores. Sem ela, estes neurônios morrem e os pacientes vão perdendo o controle e força musculares, ficando incapacitados de se moverem, engolirem ou mesmo respirarem, podendo, inclusive, morrerem. A doença é degenerativa e não possui cura.

Fonte: Ministério da Saúde

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Testes gratuitos para DSTs na quarta (12) e quinta (13) ao lado do Mercado Público https://www.saudegaucha.com/educacao/testes-gratuitos-para-dsts-na-quarta-12-e-quinta-13-ao-lado-do-mercado-publico/ https://www.saudegaucha.com/educacao/testes-gratuitos-para-dsts-na-quarta-12-e-quinta-13-ao-lado-do-mercado-publico/#respond Wed, 12 Jun 2019 02:01:25 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2723 Testes rápidos para detectar doenças sexualmente transmissíveis estarão disponíveis no Largo Glênio Peres, junto ao Mercado Público Central de Porto Alegre. Nesta quarta e quinta-feiras, 12 e 13, seis espaços com exames gratuitos e sete consultórios de atendimento estão disponíveis à população, com resultados em apenas 30 minutos e orientações de profissionais da área da saúde. A ideia […]

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Testes rápidos para detectar doenças sexualmente transmissíveis estarão disponíveis no Largo Glênio Peres, junto ao Mercado Público Central de Porto Alegre. Nesta quarta e quinta-feiras, 12 e 13, seis espaços com exames gratuitos e sete consultórios de atendimento estão disponíveis à população, com resultados em apenas 30 minutos e orientações de profissionais da área da saúde. A ideia da campanha Espalhe amor. Compartilhe cuidado. é aproveitar o Dia dos Namorados para estimular o cuidado com a própria saúde e de quem se gosta.

>> Prevenção a ISTs em Novo Hamburgo nesta quarta (12)

Das 9h às 17h, a programação inclui orientações de prevenção, distribuição de preservativos e atividades interativas. A campanha de conscientização promovida pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) destaca a importância dos testes rápidos para identificar a presença de infecções sexualmente transmissíveis e, em caso de contágio, dar início ao tratamento o mais cedo possível. Além disso, enfatiza o uso de preservativo na relação sexual, já que usar camisinha ainda é o método mais seguro para evitar a transmissão.

O objetivo das ações é reduzir as taxas dessas infecções na capital gaúcha. Os testes rápidos também são disponibilizados à população nas unidades de saúde de referência, incluindo pessoas em situação de rua.

Campanha pelo Dia dos Namorados no Largo Glênio Peres
Espalhe amor. Compartilhe cuidado.
Quarta e quinta-feiras, 12 e 13 de junho, das 9h às 17h
Testes rápidos gratuitos e orientações de prevenção para infecções sexualmente transmissíveis

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

 

 

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Esgotamento do trabalhador é classificado pela OMS https://www.saudegaucha.com/sua-saude/esgotamento-do-trabalhador-e-classificado-pela-oms/ https://www.saudegaucha.com/sua-saude/esgotamento-do-trabalhador-e-classificado-pela-oms/#respond Tue, 11 Jun 2019 00:51:26 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2704 A síndrome de burnout está incluída na 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) como um fenômeno ocupacional. Não é classificada como uma condição de saúde. É descrita no capítulo “Fatores que influenciam o estado de saúde ou o contato com os serviços de saúde”, que inclui razões pelas quais as pessoas entram em […]

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A síndrome de burnout está incluída na 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) como um fenômeno ocupacional. Não é classificada como uma condição de saúde. É descrita no capítulo “Fatores que influenciam o estado de saúde ou o contato com os serviços de saúde”, que inclui razões pelas quais as pessoas entram em contato com serviços de saúde, mas que não são classificadas como doenças ou condições de saúde.

Burnout é uma síndrome conceituada como resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso. É caracterizada por três dimensões:
– sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia;
– aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho; e
– redução da eficácia profissional.

O que é a síndrome de burnout? (Record News)

A burnout se refere especificamente a fenômenos no contexto ocupacional e não deve ser aplicada para descrever experiências em outras áreas da vida. Essa síndrome também foi incluída na CID-10, na mesma categoria da CID-11, mas a definição é agora mais detalhada.

A Organização Mundial da Saúde está prestes a iniciar o desenvolvimento de diretrizes baseadas em evidências sobre o bem-estar mental no local de trabalho.

 

A OMS incluiu a Síndrome de Burnout na lista oficial de doenças. A classificação é usada para criar tendências e estatísticas de saúde (Matéria do Café com Jornal, da Band)

Fonte: OMS 

 

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35 mil pessoas estão na fila de transplante https://www.saudegaucha.com/sua-saude/35-mil-pessoas-estao-na-fila-de-transplante/ https://www.saudegaucha.com/sua-saude/35-mil-pessoas-estao-na-fila-de-transplante/#respond Fri, 07 Jun 2019 00:49:30 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2664 Mais de 35 mil pessoas em todo o Brasil estão na fila para transplante de órgãos. Dessas, quase trezentas aguardam um coração. Uma delas é um menino de apenas dois anos, que entrou na fila com irmão gêmeo, que sofria da mesma doença. Você vai conhecer agora a história dessa família. Confira a matéria da […]

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Mais de 35 mil pessoas em todo o Brasil estão na fila para transplante de órgãos. Dessas, quase trezentas aguardam um coração. Uma delas é um menino de apenas dois anos, que entrou na fila com irmão gêmeo, que sofria da mesma doença. Você vai conhecer agora a história dessa família. Confira a matéria da TV Brasil.

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Glaucoma é a segunda causa de cegueira irreversível https://www.saudegaucha.com/sua-saude/glaucoma-e-a-segunda-causa-de-cegueira-irreversivel/ https://www.saudegaucha.com/sua-saude/glaucoma-e-a-segunda-causa-de-cegueira-irreversivel/#respond Fri, 07 Jun 2019 00:32:21 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2658 O Glaucoma é uma doença silenciosa do nervo óptico, que é o caminho de condução do estímulo luminoso captado pelo olho até o cérebro. Muita gente confunde o glaucoma com a pressão intraocular aumentada. Esse é um fator de risco para o desenvolvimento do glaucoma e, em consequência, para a perda da visão. Como não […]

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O Glaucoma é uma doença silenciosa do nervo óptico, que é o caminho de condução do estímulo luminoso captado pelo olho até o cérebro. Muita gente confunde o glaucoma com a pressão intraocular aumentada. Esse é um fator de risco para o desenvolvimento do glaucoma e, em consequência, para a perda da visão. Como não apresentam sintomas muito nítidos ou “exuberantes” da doença, muitas pessoas não sentem nada. Quando começam a sentir alguma coisa, é porque o glaucoma está em estágio bem avançado.

Entre os fatores de risco, estão os pacientes acima de 40 anos de idade, os que têm histórico familiar de parentes em primeiro grau com a patologia – o que aumenta de três a cinco vezes a chance de desenvolver a doença – pacientes negros e pacientes com alta miopia, acima de 6 graus. Deve ser medida a pressão intraocular e feita uma avaliação do nervo óptico, por meio do exame de fundo de olho, para ver se há alguma lesão no local e, a partir daí, iniciar um tratamento regular.

 

O glaucoma pode afetar pessoas de qualquer idade, mas é mais comum nos pacientes idosos, após os 50 anos. Como a partir dos 40 as pessoas começam a ter a chamada vista cansada, os especialistas recomendam que os adultos procurem o oftalmologista. Não é impossível, no entanto, que a patologia apareça em pacientes mais jovens.

O glaucoma se insere entre as principais causas de cegueira no mundo, juntamente com a catarata e a degeneração macular relacionada à idade. Entre essas, a catarata é reversível. O mesmo não ocorre com o glaucoma, que é a segunda causa de perda de visão, mas é a principal causa de cegueira irreversível.

Diagnóstico
Para o diagnóstico do glaucoma, o médico afirmou que não são necessários instrumentos sofisticado. No próprio laboratório, o oftalmologista consegue fazer um exame de fundo de olho e medir a pressão intraocular.

De acordo com o Ministério da Saúde, os procedimentos relacionados ao glaucoma têm crescido no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2016, foram realizados 223,2 milhões de procedimentos. no valor de R$ 2,74 milhões, com aumento de 27% em relação a 2015, quando foram registrados 175,3 milhões, no valor de R$ 2,2 milhões. O SUS oferece consultas, exames de diagnóstico, acompanhamento, tratamento oftalmológico, cirurgias e implante de prótese, informou a assessoria do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.

Embora não tenha cura, é possível interromper a perda de visão provocada pelo glaucoma com medicação adequada, que inclui o uso de colírios, além de tratamento a laser ou cirurgia.

Fonte: Agência Brasil (texto) e TV Brasil (vídeo)

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Teste do Pezinho deve ser feito entre o 3º e 5º dia de vida https://www.saudegaucha.com/em-pauta/teste-do-pezinho-deve-ser-feito-entre-o-3o-e-5o-dia-de-vida/ https://www.saudegaucha.com/em-pauta/teste-do-pezinho-deve-ser-feito-entre-o-3o-e-5o-dia-de-vida/#respond Thu, 06 Jun 2019 21:25:34 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2642 No Dia Nacional do Teste do Pezinho (06/06), o Ministério da Saúde reforça a recomendação do Ministério da Saúde para realização do teste entre o 3º e 5º dia de vida do bebê. Anualmente, uma média de 2,4 milhões de recém-nascidos são triados no programa. Entre 2012 e 2017, 14.546.968 de recém-nascidos foram triados através […]

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Com o teste é realizada a triagem. Se o resultado do teste do pezinho estiver alterado, a família e o ponto de coleta são contatados pelo Serviço de Referência em Triagem Neonatal (SRTN) e o bebê é reconvocado para fazer novos exames, que podem confirmar ou excluir a doença para a qual a triagem foi alterada. Os casos são acompanhados na Atenção Especializada do SUS, através da Rede de Atenção à Saúde – RAS / Rede Cegonha e a Rede de Cuidado à Pessoa com Deficiência.

Rede de coleta
As famílias podem buscar a realização do teste do pezinho comparecendo à Unidade de Saúde da Família (USF) mais próxima de casa, por exemplo. O SUS oferta o exame em uma rede de coleta que conta com 22.353 pontos  estabelecidos em USF, UBS e maternidades espalhadas por todo o Brasil. Além desses pontos, existem 30 SRTN, habilitados pelo Ministério da Saúde, sendo um em cada estado, Distrito Federal e quatro no estado de São Paulo, os quais contam com médicos especialistas e equipe multidisciplinar para atender a todas as crianças diagnosticadas com as doenças do escopo do PNTN.

Programa Nacional de Triagem Neonatal
Popularmente conhecido como teste do pezinho, o PNTN é um programa de rastreamento populacional que tem como objetivo geral identificar distúrbios e doenças no recém-nascido, em tempo oportuno, para intervenção adequada, garantindo tratamento e acompanhamento contínuo às pessoas com diagnóstico positivo. O teste do pezinho no SUS possibilitam o diagnóstico precoce de fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase.

Um dos indicadores utilizados para quantificar a abrangência do Programa é o indicador cobertura, que para o ano de 2017 foi 83,98%. O cálculo desse indicador é realizado a partir da população de nascidos vivos registrada no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – SINASC e não engloba os exames realizados na rede privada.

Fonte: Ministério da Saúde

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4,2 milhões de crianças e gestantes não vacinaram contra a gripe https://www.saudegaucha.com/sua-saude/42-milhoes-de-criancas-e-gestantes-nao-vacinaram-contra-a-gripe/ https://www.saudegaucha.com/sua-saude/42-milhoes-de-criancas-e-gestantes-nao-vacinaram-contra-a-gripe/#respond Mon, 03 Jun 2019 16:42:53 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2615 Crianças e gestantes não atingiram, até o momento, a meta de vacinação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. De acordo com balanço fechado nesta segunda-feira (03/06) pelo Ministério da Saúde, a cobertura vacinal é de 76% nestes dois grupos. São 3,7 milhões de crianças e 514,5 mil de gestantes que deixaram de se […]

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Crianças e gestantes não atingiram, até o momento, a meta de vacinação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. De acordo com balanço fechado nesta segunda-feira (03/06) pelo Ministério da Saúde, a cobertura vacinal é de 76% nestes dois grupos. São 3,7 milhões de crianças e 514,5 mil de gestantes que deixaram de se proteger contra a gripe. A meta é vacinar 90% de cada público-alvo. Também estão abaixo da meta os trabalhadores de saúde, com 80,4%, as pessoas com comorbidade, com 75,6%, a população privada de liberdade, com 61,7%, e os profissionais das forças de segurança e salvamento, com 38,9%. Todos os grupos prioritários ainda podem se vacinar, até acabarem os estoques da vacina.

>> A partir desta segunda (3), todos podem se vacinar contra a gripe

A partir de hoje, a vacinação contra gripe também está disponível para quem não faz parte desses grupos, ou seja, para toda a população. Os grupos prioritários tiveram entre os dias 10 de abril e 31 de maio para se vacinar com exclusividade.

>> Todos os postos de Porto Alegre vacinam contra a gripe a partir de segunda (3)

Os grupos que atingiram a meta de 90% durante o período da campanha foram os funcionários do sistema prisional (105,7%), as puérperas – mulheres até 45 após o parto (96,6%), professores (93,8%), indígenas (92,2%) e idosos (90,4%). A escolha do público prioritário no Brasil segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) por serem grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. A vacina é a forma mais eficaz de evitar a doença.

Pais que não vacinam filhos podem ser multados. Confira a matéria da Record News. 

 

No total, oito estados bateram a meta de 90%: Amazonas (100,1%), Amapá (99,3%), Pernambuco (95%), Espírito Santo (93,6%), Rondônia (94%), Maranhão (93,5%), Rio Grande do Norte (92,3%) e Alagoas (93,4%). O balanço nacional da campanha ficou em 81,1%. O estado de São Paulo é o segundo com a menor taxa de cobertura (73,78%). Em primeiro lugar está o Rio de Janeiro com 66,33%.

A vacina produzida para 2019 teve mudança em duas das três cepas que compõem a vacina contra gripe, e protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da OMS: A/Michigan/45/2015 (H1N1) pdm09; A/Switzerland/8060/2017 (H3N2); B/Colorado/06/2017 (linhagem B/Victoria/2/87). A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença.

Casos de gripe no Brasil 
Neste ano, até 11 de maio, foram registrados 807 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza em todo o país, com 144 mortes. Até o momento, o subtipo predominante de gripe no país é o vírus influenza A (H1N1) pdm09, com registro de 407 casos e 86 óbitos.

Tratamento da gripe
Todos os estados estão abastecidos com o fosfato de oseltamivir e devem disponibilizá-lo de forma estratégica em suas unidades de saúde. Para o atendimento do ano de 2019, o Ministério da Saúde já enviou aproximadamente 9,5 milhões de unidades do medicamento aos estados. O tratamento deve ser realizado, preferencialmente, nas primeiras 48h após o início dos sintomas.

Tabela de cobertura vacinal por estado (dados entre 10 e 31 de maio) 

Estado Público-alvo Vacinas aplicadas Cobertura
Rondônia 430.942 405.285 94,05
Acre 242.134 189.011 78,06
Amazonas 1.134.938 1.136.245 100,12
Roraima 193.706 165.507 85,44
Pará 2.095.999 1.782.321 85,03
Amapá 203.313 201.945 99,33
Tocantins 423.089 367.068 86,76
Maranhão 1.877.403 1.754.546 93,46
Piauí 905.543 751.281 82,96
Ceará 2.563.445 2.151.868 83,94
Rio Grande do Norte 993.277 917.365 92,36
Paraíba 1.185.997 1.053.603 88,84
Pernambuco 2.644.685 2.514.317 95,07
Alagoas 876.935 819.450 93,44
Sergipe 567.774 492.777 86,79
Bahia 4.107.807 3.224.630 78,50
Minas Gerais 6.077.516 5.375.791 88,45
Espirito Santo 1.053.545 985.922 93,58
Rio de Janeiro 4.902.445 3.251.705 66,33
São Paulo 13.477.738 9.944.020 73,78
Paraná 3.352.193 2.742.149 81,80
Santa Catarina 1.987.390 1.611.911 81,11
Rio Grande do Sul 3.829.699 3.083.829 80,52
Mato Grosso do Sul 801.907 674.089 84,06
Mato Grosso 859.343 755.354 87,90
Goiás 1.862.979 1.619.053 86,91
Distrito Federal 817.939 678.191 82,91
BRASIL 59.469.681 48.649.233 81,81


Fonte: Ministério da Saúde

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A partir desta segunda (3), todos podem se vacinar contra a gripe https://www.saudegaucha.com/sua-saude/a-partir-desta-segunda-3-todos-podem-se-vacinar-contra-a-gripe/ https://www.saudegaucha.com/sua-saude/a-partir-desta-segunda-3-todos-podem-se-vacinar-contra-a-gripe/#respond Mon, 03 Jun 2019 01:04:50 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2590   A partir de segunda-feira (03/06), toda a população terá oportunidade de se vacinar contra a gripe enquanto durarem os estoques da vacina. Ou seja, quem não faz parte do público-prioritário da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza também pode procurar a unidade de saúde mais próxima para se vacinar. Essa é a recomendação […]

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A partir de segunda-feira (03/06), toda a população terá oportunidade de se vacinar contra a gripe enquanto durarem os estoques da vacina. Ou seja, quem não faz parte do público-prioritário da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza também pode procurar a unidade de saúde mais próxima para se vacinar. Essa é a recomendação do Ministério da Saúde já enviada aos estados e municípios. A medida evitará desperdício de doses nas localidades que não alcançarem a meta de imunização no público-alvo, que continua sendo prioritário. Até sexta-feira (31), dia em que se encerrou a campanha, quase 80% do público-alvo foi vacinado, o que representa 47,5 milhões de pessoas. Os grupos prioritários tiveram entre os dias 10 de abril e 31 de maio para se vacinar com exclusividade.

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Durante o período da campanha, foram priorizados 59,4 milhões de gestantes, puérperas, crianças entre 6 meses a menores de 6 anos, idosos, indígenas, professores, trabalhadores de saúde, pessoas com comorbidades, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade, além de profissionais de segurança e salvamento. Mas, até o início desta sexta-feira (31), 11,9 milhões de pessoas desses grupos ainda não haviam recebido a dose de proteção contra a influenza. A meta é vacinar 90% do público-alvo.

A escolha do público prioritário no Brasil segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) por serem grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. A vacina é a forma mais eficaz de evitar a doença.

Até o momento, seis estados já bateram a meta de 90%: Amazonas (98,5%), Amapá (98,5%), Pernambuco (93,6%), Espírito Santo (91,3%), Rondônia (90,4%) e Maranhão (90%). Outros estados estão bem próximos à meta e já ultrapassaram o percentual de 85%: Alagoas (89,9%), Rio Grande do Norte (88,7%), Minas Gerais (86,6%) e Paraíba (86,1%). Já os estados com menor cobertura são: Rio de Janeiro (63,7%), Acre (73%) e São Paulo (73,1%). Em todo o país, a campanha conta com uma estrutura formada por cerca de 41,8 mil postos de vacinação e a participação de aproximadamente 196,5 mil pessoas.

Entre a população prioritária, os funcionários do sistema prisional registraram a maior cobertura vacinal, com 103,3% de cobertura, seguido pelas puérperas (94,9%), indígenas (90,6%), professores (90,8%) e idosos (88,8%). Os grupos que menos se vacinaram foram os profissionais das forças de segurança e salvamento (36,8%), população privada de liberdade (59,5%), pessoas com comorbidades (73,5%), crianças (74,2%), gestantes (74,5%) e trabalhadores de saúde (78,4%).

A vacina produzida para 2019 teve mudança em duas das três cepas que compõem a vacina e protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da OMS: A/Michigan/45/2015 (H1N1) pdm09; A/Switzerland/8060/2017 (H3N2); B/Colorado/06/2017 (linhagem B/Victoria/2/87). A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença.

Casos de gripe no Brasil 

Neste ano, até 11 de maio, foram registrados 807 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza em todo o país, com 144 mortes. Até o momento, o subtipo predominante no país é o vírus influenza A (H1N1) pdm09, com registro de 407 casos e 86 óbitos.

Tratamento da gripe
Todos os estados estão abastecidos com o fosfato de oseltamivir e devem disponibilizá-lo de forma estratégica em suas unidades de saúde. Para o atendimento do ano de 2019, o Ministério da Saúde já enviou aproximadamente 9,5 milhões de unidades do medicamento aos estados. O tratamento deve ser realizado, preferencialmente, nas primeiras 48h após o início dos sintomas.

Tabela de cobertura vacinal por estado, atualizado até 14h do dia 31 de maio 

Público-alvo Vacinas aplicadas Cobertura
Rondônia 430.942 389.561 90,40
Acre 242.134 176.835 73,03
Amazonas 1.134.938 1.118.147 98,52
Roraima 193.706 161.693 83,47
Pará 2.095.999 1.715.559 81,85
Amapá 203.313 200.213 98,48
Tocantins 423.089 355.794 84,09
Maranhão 1.877.403 1.689.835 90,01
Piauí 905.543 732.022 80,84
Ceará 2.563.445 2.113.534 82,45
Rio Grande do Norte 993.277 881.486 88,75
Paraíba 1.185.997 1.021.334 86,12
Pernambuco 2.644.685 2.474.974 93,58
Alagoas 876.935 788.943 89,97
Sergipe 567.774 479.335 84,42
Bahia 4.107.807 3.128.749 76,17
Minas Gerais 6.077.516 5.263.477 86,61
Espirito Santo 1.053.545 962.200 91,33
Rio de Janeiro 4.902.445 3.123.123 63,71
São Paulo 13.477.738 9.861.324 73,17
Paraná 3.352.193 2.688.960 80,21
Santa Catarina 1.987.390 1.574.779 79,24
Rio Grande do Sul 3.829.699 3.039.000 79,35
Mato Grosso do Sul 801.907 628.049 78,32
Mato Grosso 859.343 728.122 84,73
Goiás 1.862.979 1.568.398 84,19
Distrito Federal 817.939 636.157 77,78
BRASIL 59.469.681 47.501.603 79,88

Fonte: Ministério da Saúde

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A partir desta segunda-feira, 3, pessoas interessadas em imunizar-se contra influenza (gripe) podem procurar unidades de saúde para fazer a vacinação. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) segue a orientação do Ministério da Saúde (MS) e abre a campanha de vacinação para a população em geral até o final dos estoques.

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Até as 10h desta sexta-feira, 31, dia previsto para o encerramento da campanha nacional de vacinação em todo o país, 69,7% dos grupos prioritários foram vacinados em Porto Alegre (confira abaixo a cobertura de cada grupo).

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) manterá o atendimento em todas as salas de vacina da rede, com horários diferenciados, de acordo com o funcionamento das unidades, sempre de segunda a sexta-feira: nas unidades de saúde, o atendimento vai das 8h às 17h; na US São Carlos, US Tristeza, US Ramos e no Centro de Saúde Modelo, das 8h às 22h; e na Clínica de Família da Restinga, das 8h às 20h.

De acordo com estimativa do MS, a Capital deveria imunizar 90% das 607.042 pessoas que integram grupos prioritários (crianças, gestantes, trabalhadores da saúde, puérperas, indígenas, idosos, professores e pessoas com doenças crônicas), além de pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema prisional e policiais e afins, que não entram na meta. De todos os grupos, apenas puérperas, indígenas e professores superaram o índice esperado. Pessoas com doenças crônicas, gestantes e crianças apresentaram os menores percentuais.

Confira a seguir os grupos, população estimada, doses aplicadas e cobertura alcançada:

Crianças – 90.391 – 54.798 doses = 60,6%
Gestantes – 13.976 – 7.429 doses – 53,1%
Trab. Saúde – 82.464 – 56.398 doses – 68,4%
Puérperas – 2.297 – 2.139 doses – 93,1%
Indígenas – 595 – 870 doses – 146,2%
Idosos – 213.003 – 181.155 doses – 85%
Professores – 11.870 – 12.119 doses – 102,1%
Pessoas com doenças crônicas – 192.446 – 108.495 – 56,3%

Total grupos – 607.042 pessoas – 423.403 doses – 69,7%

Mais doses aplicadas em:

Pessoas privadas de liberdade – 2.732
Funcionários do sistema prisional – 1.508
Funcionários da segurança pública – 3.499

Total – 7.739

Total de doses aplicadas em Porto Alegre de acordo com os registros no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações às 10h de 31 de maio: 431.142. Porto Alegre recebeu aproximadamente 615 mil doses de vacina do Ministério da Saúde.Fonte:

Prefeitura de Porto Alegre 

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