Tecnologia e inovação – Saúde Gaúcha https://www.saudegaucha.com Informação para gestores e profissionais de saúde. Thu, 13 Jun 2019 19:57:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.1.1 https://www.saudegaucha.com/wp-content/uploads/2018/10/Saúde-Gaúcha-Favicon-2-100x100.png Tecnologia e inovação – Saúde Gaúcha https://www.saudegaucha.com 32 32 Plantio de maconha poderá ser liberado para pesquisa e medicamentos https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/plantio-de-maconha-podera-ser-liberado-para-pesquisa-e-medicamentos/ https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/plantio-de-maconha-podera-ser-liberado-para-pesquisa-e-medicamentos/#respond Wed, 12 Jun 2019 22:02:03 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2745 A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) apresentou nesta terça-feira (11) uma proposta que visa liberar o plantio da maconha para pesquisa e a produção de medicamentos. O tema ficará em consulta pública por dois meses. Se for aprovado, o plantio deverá ocorrer em lugares fechados e com acesso controlado por portas de segurança e […]

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) apresentou nesta terça-feira (11) uma proposta que visa liberar o plantio da maconha para pesquisa e a produção de medicamentos. O tema ficará em consulta pública por dois meses.

Se for aprovado, o plantio deverá ocorrer em lugares fechados e com acesso controlado por portas de segurança e com uso de biometria. As empresas também terão que apresentar planos de segurança para evitar desvios e serão alvo de inspeções periódicas.

O plantio de maconha é proibido no país. Contudo, desde 2006,  a lei 11.343 prevê a possibilidade de que a União autorize o plantio para fins medicinais e científicos em local e prazo predeterminados e mediante fiscalização.

Matéria da Band News mostra que o número de pacientes que buscam a importação de canabidiol triplicou desde que o remédio feito à base de maconha foi aprovado no Brasil.

Consulta pública para Cannabis medicinal
A Diretoria Colegiada (Dicol) da Anvisa aprovou, nesta terça-feira (11/6), a realização de duas consultas públicas relacionadas à regulamentação do cultivo controlado de Cannabis sativa para uso medicinal e científico e do registro de medicamentos produzidos com princípios ativos da planta. O objetivo da iniciativa é abrir espaço para que toda a sociedade opine sobre as normas brasileiras, a fim de que a futura regulação seja clara, transparente e feita com ampla participação social.

Como resultado do processo regulatório, a Anvisa quer favorecer a produção nacional de terapias feitas à base de Cannabis com garantia de qualidade e segurança, além de permitir a ampliação do acesso da população a medicamentos.

As duas propostas de Resoluções da Diretoria Colegiada (RDCs) que entrarão em consulta foram produzidas a partir de estudos e evidências científicas sobre o benefício terapêutico de medicamentos feitos à base da planta.

Uma delas trata dos requisitos técnicos e administrativos para o cultivo da planta por empresas farmacêuticas, única e exclusivamente para fins medicinais e científicos. A outra traz os procedimentos para o registro e monitoramento de medicamentos produzidos à base de Cannabis spp., seus derivados e análogos sintéticos.

As regras preveem o monitoramento e a rastreabilidade dos medicamentos, desde o produtor, passando pelo transportador e drogarias, até o paciente. Portanto, a regulação será rigorosa quanto à cadeia de produção, distribuição e consumo dos medicamentos produzidos.

De acordo com a Anvisa, as normas serão aplicáveis apenas a medicamentos cuja indicação terapêutica seja restrita a pacientes com doenças debilitantes graves e/ou que ameacem a vida e sem alternativa terapêutica.

Com a aprovação das consultas públicas pela Dicol, o próximo passo é fazer o trâmite de encaminhamento dos documentos para publicação no Diário Oficial da União (D.O.U). As consultas serão abertas a contribuições de empresas, universidades, órgãos de governo e de defesa do consumidor, além de profissionais de saúde e da população em geral.

Com informações da ANVISA

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Em outubro, SUS terá medicamento para AME  https://www.saudegaucha.com/sua-saude/em-outubro-sus-tera-medicamento-para-ame/ https://www.saudegaucha.com/sua-saude/em-outubro-sus-tera-medicamento-para-ame/#respond Wed, 12 Jun 2019 20:52:18 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2739 O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ofertar o medicamento Nusinersen (spinraza) para o tratamento de pacientes com os tipos II e III da doença rara Atrofia Muscular Espinhal (AME 5q). Recentemente, a pasta incorporou o mesmo medicamento para o tipo I. O anúncio da nova incorporação foi feito nesta quarta-feira (12), pelo secretário […]

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O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ofertar o medicamento Nusinersen (spinraza) para o tratamento de pacientes com os tipos II e III da doença rara Atrofia Muscular Espinhal (AME 5q). Recentemente, a pasta incorporou o mesmo medicamento para o tipo I. O anúncio da nova incorporação foi feito nesta quarta-feira (12), pelo secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Denizar Vianna, na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). Outra novidade é que essas novas incorporações serão as primeiras adquiridas por meio do compartilhamento de risco, nova modalidade de compra adotada pelo SUS.

O medicamento, para os três tipos da doença, está previsto para ser disponibilizado aos pacientes a partir de outubro deste ano, nos centros de referência para o tratamento da doença, com a disponibilização de cuidados multidisciplinares.

“Esse importante avanço é um momento ímpar para o SUS. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, assinou o primeiro compartilhamento de risco entre uma indústria farmacêutica e a pasta, para oferecer o tratamento aos pacientes AME tipos II e III. Medidas inovadoras como essa, nos permite aumentar o acesso da população a esses tratamentos, e ao mesmo tempo, garantir a sustentabilidade do SUS. Queremos suprir não só a necessidade pelo tratamento medicamentoso, mas todas as etapas de atenção dessa população de pacientes”, afirmou o secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Denizar Vianna.

Com o projeto, a pasta vai coletar evidências adicionais sobre o uso do medicamento para os tipos II e III, e a eficácia em condições reais do paciente. Além disso, o Ministério da Saúde também pretende fomentar a pesquisa sobre a AME 5q tipos II (início dos sintomas entre 7 e 18 meses de vida) e o tipo III (início dos sintomas antes dos 3 anos de vida e 12 anos incompletos), para orientar políticas públicas de saúde no âmbito do SUS.

Na modalidade de compartilhamento de risco com a indústria, ao mesmo tempo em que os portadores da doença fazem uso do medicamento, deverão ser acompanhados, via registro prospectivo, para medir resultados e desempenhos, como evolução da função motora e menor tempo de uso de ventilação mecânica. Atualmente, há negociações de acesso e reembolso do fármaco em 42 países, como França, Itália e Reino Unido.

Incorporação
Em abril deste ano, o Ministério Saúde começou a ofertar no SUS o medicamento Nusinersen (Spinraza) para as pessoas que vivem com a doença rara Atrofia Muscular Espinhal (AME), tipo I, os mais presentes no país. O insumo é o único no mundo recomendado para o tratamento de AME.

O tratamento consiste na administração de seis frascos com 5 ml no primeiro ano e, a partir do segundo ano, passam a ser três frascos. A medida teve como base diversos estudos que apontam a eficácia do medicamento na interrupção da evolução da AME para quadros mais graves e que são prevalentes na maioria dos pacientes.

Ame
A AME é uma doença genética que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores. Sem ela, estes neurônios morrem e os pacientes vão perdendo o controle e força musculares, ficando incapacitados de se moverem, engolirem ou mesmo respirarem, podendo, inclusive, morrerem. A doença é degenerativa e não possui cura.

Fonte: Ministério da Saúde

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Uso excessivo de celulares e tablets desafia pediatras https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/uso-excessivo-de-celulares-e-tablets-desafia-pediatras/ https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/uso-excessivo-de-celulares-e-tablets-desafia-pediatras/#respond Fri, 07 Jun 2019 16:21:54 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2674 Os smartphones estão por todos os lados e se, na vida adulta, já é motivo de incômodo pelo uso em excesso, com as crianças o sinal de alerta é ainda maior. Os atrasos do desenvolvimento chegam a afetar uma a cada quatro crianças até o início da vida escolar regular, trazendo dificuldades de aprendizagem e […]

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Os smartphones estão por todos os lados e se, na vida adulta, já é motivo de incômodo pelo uso em excesso, com as crianças o sinal de alerta é ainda maior. Os atrasos do desenvolvimento chegam a afetar uma a cada quatro crianças até o início da vida escolar regular, trazendo dificuldades de aprendizagem e escolares em geral.

Os dados são de um recente estudo, publicado na respeitada revista JAMA Pediatrics em Janeiro/2019, realizado por Sheri Madigan, Phd pesquisador da Universidade de Calgary, Canada, que recrutou mulheres grávidas e seus bebês após nascerem, entre 2008 e 2010, e os acompanhou por 5 anos. Foram 2441 parelhas de mães-bebês. Os bebês foram avaliados aos 24, 36 e 60 meses de idade, usando-se um instrumento (Ages and Stages Questionary-3) para avaliar o desenvolvimento deles nestas etapas de idade. As crianças que passam mais tempo nas mídias sociais e nas telas aos 2 e 3 anos de idade tem piores resultados nos testes de triagem de desenvolvimento aos 3-6 anos de idade.

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul trabalha no desenvolvimento de uma campanha institucional sobre o assunto que deverá ser lançada este ano. O consenso é de que não há como impedir o uso, mas deve haver controle e moderação. Por isso, é fundamental na visão dos pediatras tomar medidas educativas do uso consciente destes recursos tecnológicos sob pena de comprometer uma geração de crianças com falhas e atrasos que se somam com o tempo, causando um custo adicional nos recursos de auxílio terapêutico familiar e público. Chegando na vida escolar da graduação com falhas pedagógicas graves e com dificuldades de interação social.

Além do desenvolvimento em si, o objetivo é alertar para a série de riscos que a exposição indevida na internet tem causado.

– A resposta bem objetiva é que é o uso excessivo é perigoso e exige, sim, uma participação efetiva dos pais. Quando se fala em internet, entramos em um mundo virtual muito vasto, no qual é possível fazer pesquisas maravilhosas sobre diversos assuntos, ao mesmo tempo em que se pode cair em vídeos e pessoas mau intencionadas, como por exemplo, a pedofilia. Pessoas que possuem esta característica valem-se desse recurso porque estão em uma condição de anonimato, fazendo de conta que são outras pessoas. A partir disso, aliciam crianças ingênuas. Também existe a preocupação do excesso de violência em jogos ou vídeos. Como os pais vão saber? Só participando – explica o pediatra e membro do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul -(SPRS), Renato Santos Coelho.

Os pais precisam impor limites e colocar restrições. Para isso, o médico ilustra com um exemplo prático.

– Ninguém deixa o filho de quatro ou cinco anos sentado sozinho em uma praça e vai embora. O que pode acontecer com ela? Uma série de coisas ou pode não acontecer nada. Mesmo assim, ninguém se arrisca. Por que na rede virtual seria diferente? – finaliza.

Estudos mostram, ainda, que somente a partir dos seis ou sete anos de idade, a criança passa a distinguir com mais facilidade o que é uma fantasia da realidade. Por conta disso, é preciso cuidado com jogos que incluem cenas de violência.

Fonte: Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul

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Técnica identifica uso de agrotóxicos em frutas https://www.saudegaucha.com/pesquisa/tecnica-que-identifica-uso-de-agrotoxicos-em-frutas/ https://www.saudegaucha.com/pesquisa/tecnica-que-identifica-uso-de-agrotoxicos-em-frutas/#respond Wed, 29 May 2019 17:45:43 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2567 Um estudo desenvolvido pela Universidade Federal de Goiás (UFG) possibilitará, a produtores e autoridades sanitárias, identificar e mensurar o uso de agroquímicos – em especial pesticidas e fungicidas – nas frutas e legumes consumidos no país.Segundo pesquisadores, a técnica poderá ser usada também para checar se os produtos enviados ao exterior estão em conformidade com […]

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Um estudo desenvolvido pela Universidade Federal de Goiás (UFG) possibilitará, a produtores e autoridades sanitárias, identificar e mensurar o uso de agroquímicos – em especial pesticidas e fungicidas – nas frutas e legumes consumidos no país.Segundo pesquisadores, a técnica poderá ser usada também para checar se os produtos enviados ao exterior estão em conformidade com a legislação estrangeira no que se refere a agrotóxicos.O orientador da tese, professor do Instituto de Química da UFG, Boniek Gontijo, explica que a técnica permite, também, evitar “as discrepâncias entre a quantidade sugerida nos rótulos de agrotóxicos e a quantidade suficiente para que o agroquímico exerça sua função. Em geral, eles sugerem uma quantidade maior do que a necessária, com o objetivo de aumentar seus lucros”, justificou o professor.

Desenvolvida em parceria com a Louisiana State University (EUA), a técnica foi usada, inicialmente, para identificar o nível de penetração do fungicida imazalil em maçãs.

“Constatamos que a substância penetra além da casca da fruta, atingindo em pouco tempo suas estruturas internas, o que pode prejudicar a saúde do consumidor, mesmo que a casca seja lavada”, disse o orientador do estudo.

Molécula não é degradada pela luz
“Ao contrário do que é dito nas especificações do fungicida, sua molécula não é degradada pela luz e, com isso, acaba penetrando na fruta”, acrescentou, referindo-se especificamente ao imazalil, utilizado para inibir o desenvolvimento de fungos, postergando o apodrecimento do produto. A Associação Brasileira dos Produtores de Maça (ABPM) informou que este fungicida não é usado nos produtos nacionais.

“O ingrediente ativo Imazalil, apesar de estar registrado para uso em pós-colheita, não é utilizado na cultura da maçã no Brasil. Ademais, segundo relatório da Anvisa, publicado em 2016, de 764 amostras enviadas para análise de resíduos, apenas 0,65% ou 5 amostras detectaram a presença de resíduos de Imazali”, explica o diretor executivo da ABPM, Moisés Lopes de Albuquerque.

Ele acrescenta que, para fazer o levantamento, a Anvisa coleta amostras na gôndolas de supermercados, o que inclui maçãs nacionais e importadas. “Portanto, relacionamos a detecção da substância em 5 amostras à fruta importada”, afirmou. Segundo Moisés Albuquerque, de cada 10 maçãs consumidas no Brasil, 9 foram produzidas em solo brasileiro.

A Agência Brasil confirmou que as maçãs usadas no estudo da UFG não foram produzidas no Brasil. “Usamos, no estudo em parceria com a universidade norte-americana, maças comercializadas naquele país para avaliar como se dá a penetração de pesticidas em frutas. Trata-se de um estudo piloto no sentido de identificarmos maneiras mais fáceis de avaliar a penetração de fungicidas em frutas e legumes”, disse Boniek Gontijo.

“Apesar de o Brasil não fazer uso deste fungicida, a técnica desenvolvida permite desenvolvermos métodos sobre a aplicação de outros pesticidas, fungicidas ou agroquímicos em outros hortifrutis. Inclusive, já estamos trabalhando com tomate em uma abordagem similar”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil 

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Esclerose múltipla terá medicamento de alto custo pelo SUS https://www.saudegaucha.com/governo/esclerose-multipla-tera-medicamento-de-alto-custo-pelo-sus/ https://www.saudegaucha.com/governo/esclerose-multipla-tera-medicamento-de-alto-custo-pelo-sus/#respond Fri, 24 May 2019 03:09:28 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2543 Pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que sofrem de esclerose múltipla e fazem uso da substância betainterferona-1A subcutânea, produzida pela empresa Merck, receberão em 2019 mais de 476 mil seringas desse medicamento com embalagem do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz).A distribuição gratuita do remédio pelo SUS com embalagem […]

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Pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que sofrem de esclerose múltipla e fazem uso da substância betainterferona-1A subcutânea, produzida pela empresa Merck, receberão em 2019 mais de 476 mil seringas desse medicamento com embalagem do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz).A distribuição gratuita do remédio pelo SUS com embalagem de Bio-Manguinhos é uma das etapas do processo de transferência de tecnologia resultante da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), estabelecida pelo governo federal em 2015 pela Bio-Manguinhos, Merck e Bionovis. Quando o acordo foi firmado, a estimativa de economia aos cofres públicos era de R$27 milhões, em 7 anos.

 

>> Fornecimento de remédio sem registro pelo SUS terá exceções, decide STF

A parceria prevê que o medicamento será totalmente produzido no Brasil, a partir da transferência do princípio ativo da Merck para Bio-Manguinhos e Bionovis, em prazo de dez anos, a partir da assinatura do acordo, isto é, até 2025. Apesar de a betainterferona-1A continuar sendo fabricada pela Merck sob o nome comercial Rebif, com destino ao mercado privado, a distribuição para o SUS ocorre desde março deste ano em nova embalagem.Até o momento, o Ministério da Saúde entregou 12.546 seringas de 22 mcg (microgramas) de bateinterferona 1A e 38.684 seringas de 44 mcg. De acordo com a vice-diretora de Qualidade de Bio-Manguinhos, Rosana Cuber, a previsão é de que a próxima entrega da medicação será em junho, a depender da demanda. “O ministério fica com esse medicamento em estoque”.

Custo no mercado
Rosane conta que, como o instituto é um laboratório público, o objetivo é produzir e oferecer produtos para o SUS. “Ele é um medicamento do componente especializado. Não é um medicamento barato, não”, disse. Fora do SUS, o preço desse medicamento no mercado varia de R$ 10.980 a R$ 11.900, para embalagem com 12 seringas de 22 mcg, e de R$ 11.900 a R$ 13.418, para embalagem de 12 seringas de 44 mcg.

>> Para Toffoli, município não deve arcar com remédio de alto custo

O remédio é de uso semanal, mas dependendo de cada paciente, o médico pode receitar mais de uma dose por semana. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem hoje, aproximadamente, 35 mil mil pacientes com esclerose múltipla, dos quais 16 mil são tratados pelo SUS.

No Brasil, para ter direito a receber o medicamento gratuitamente, os pacientes têm de ser cadastrados pelas assistências farmacêuticas. A betainterferona-1A faz parte dos medicamentos especiais de alto custo considerados Componentes Especiais da Assistência Farmacêutica (Ceaf).

Segundo Rosane, quando o paciente tem o diagnóstico de esclerose múltipla, ele recebe uma prescrição médica para o remédio e, de acordo com a necessidade, têm uma frequência distinta para retirar a medicação na farmácia especializada dos estados. “A prescrição fica presa na farmácia. O Ministério da Saúde faz esse controle a partir do cadastro desses pacientes. Aí, eles recebem, na periodicidade definida, qual é a apresentação – se é de 22 mcg ou de 44 mcg –, e a frequência que vão pegar”.

Registro próprio
A vice-diretora de Qualidade explicou que a Parceria para o Desenvolvimento Produtivo prevê o registro do medicamento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com o nome Rebif, pela Merck, e com o nome Betainterferona 1-A, por Bio-Manguinhos. “Então, a gente tem o nosso registro porque passa a incorporar etapas produtivas nacionais. Ele muda de nome por conta disso”.

A esclerose múltipla, ou EM, é uma doença crônica, inflamatória, do sistema nervoso central, incapacitante, que afeta cerca de 2,3 milhões de pessoas no mundo, com maior incidência em adultos jovens. Os sintomas mais comuns incluem visão turva, dormência ou formigamento dos membros e problemas com força e coordenação. As formas reincidentes de EM são as mais comuns.

Fonte: Agência Brasil

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Felipe Cezar Cabral fala dos impactos da Telemedicina no SUS em evento internacional https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/felipe-cezar-cabral-fala-dos-impactos-da-telemedicina-no-sus-em-evento-internacional/ https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/felipe-cezar-cabral-fala-dos-impactos-da-telemedicina-no-sus-em-evento-internacional/#respond Thu, 04 Apr 2019 02:06:33 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2275 O Hospital Moinhos de Vento estará presente no Global Summit Telemedicine & Digital Health, congresso internacional inédito no país que acontece entre os dias 3 e 6 de abril, em São Paulo. Estarão reunidos no evento grandes nomes nacionais e do exterior para debater sobre a nova era da Saúde Digital e o futuro da […]

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O Hospital Moinhos de Vento estará presente no Global Summit Telemedicine & Digital Health, congresso internacional inédito no país que acontece entre os dias 3 e 6 de abril, em São Paulo. Estarão reunidos no evento grandes nomes nacionais e do exterior para debater sobre a nova era da Saúde Digital e o futuro da Telemedicina no Brasil e no mundo.

Representando a instituição gaúcha, o líder dos projetos de Telemedicina, Dr. Felipe Cezar Cabral apresentará a palestra “Telemedicina como Forma de Qualificar o Atendimento no Sistema Único de Saúde – Experiências de uma Parceria Público – Privada”.

No painel Telessaúde e Inovação: o Que Podemos Esperar?, que ocorre na sexta-feira,5, às 14 horas, o médico pretende compartilhar com os congressistas a experiência do hospital com os projetos de telemedicina realizados em parceria com o Ministério da Saúde dentro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS).

Responsável pela implantação do projeto Qualificação da Assistência em Terapia Intensiva Pediátrica por Telemedicina (TeleUTIP) do Hospital Moinhos de Vento, Cabral também falará sobre os primeiros resultados da iniciativa que é pioneira no país.

Desde novembro de 2018, em rounds diários – por telemedicina ao vivo através de vídeo – equipes multidisciplinares do hospital gaúcho auxiliam no atendimento de pacientes pediátricos internados em UTIP em dois hospitais do SUS. Um deles fica a 2 mil quilômetros de distância, no Hospital Geral de Palmas, Tocantins; o outro, a 3 mil quilômetros, no Hospital Regional Norte, em Sobral, Ceará.

Felipe Cezar Cabral
É graduado em Medicina pela UERJ, possui Residência Médica em Pediatria pela UFRJ e em Terapia Intensiva Pediátrica pela PUCRS. Com MBA em Gestão em Saúde pela Fundação Getúlio Vargas, é também mestre em Pediatria e doutorando na PUCRS.

É atualmente coordenador de contratos da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre e líder do projeto de telemedicina do Hospital Moinhos de Vento, tendo sido responsável pela implantação dos projetos TeleOftalmo e TeleUTIP.

Foi diretor técnico do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, em Porto Alegre, e atua ainda como docente do Curso de Extensão de telemedicina do Hospital Moinhos de Vento.

Fonte: Hospital Moinhos de Vento, por Julia Machado (Critério Resultado)

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Hospital Mãe de Deus realiza procedimento inovador em cirurgia cardíaca https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/hospital-mae-de-deus-realiza-procedimento-inovador-no-brasil-em-cirurgia-cardiaca-minimamente-invasiva/ https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/hospital-mae-de-deus-realiza-procedimento-inovador-no-brasil-em-cirurgia-cardiaca-minimamente-invasiva/#respond Wed, 27 Mar 2019 02:17:23 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2117 Quando se fala em doenças do coração logo vem à cabeça cirurgias como ponte de safena, troca de válvulas, transplante e marca-passo. Porém, existem muitos outros procedimentos cardíacos e que estão cada vez mais inovadores e menos invasivos. Um deles é o MitraClip®, para a correção da insuficiência da válvula mitral, que é responsável pela passagem de […]

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Quando se fala em doenças do coração logo vem à cabeça cirurgias como ponte de safena, troca de válvulas, transplante e marca-passo. Porém, existem muitos outros procedimentos cardíacos e que estão cada vez mais inovadores e menos invasivos. Um deles é o MitraClip®, para a correção da insuficiência da válvula mitral, que é responsável pela passagem de sangue do átrio para o ventrículo esquerdo.

>> Hospital Mãe de Deus reinaugura maternidade remodelada

A insuficiência valvar mitral é uma das doenças valvares adquiridas mais comuns, com prevalência de aproximadamente 7 a 10% na população com idade superior a 75 anos. Aproximadamente 50% dos pacientes não são tratados cirurgicamente, por apresentarem alto risco em virtude de idade avançada ou doenças associadas. Por esse motivo, mais recentemente, as pesquisas nessa área se focaram para o desenvolvimento de novos dispositivos percutâneos (sem necessidade de cortes), menos invasivos. Dentre estes, o sistema MitraClip®, procedimento endovascular de correção da insuficiência mitral sem necessidade de cirurgia cardíaca aberta, que  foi realizado em fevereiro pela segunda vez, com sucesso, no Hospital Mãe de Deus, em um paciente de 82 anos. No procedimento é realizado uma plástica se unindo os dois folhetos da válvula com o Clip.

>> Mãe de Deus investirá R$ 144 milhões para aumentar o atendimento em 30%

“O MitraClip é um procedimento guiado pela imagem do ecocardiograma. Por isso, é fundamental ter uma estrutura como a do Mãe de Deus, com uma sala híbrida, que fica dentro do centro cirúrgico, com todas as condições de assepsia, iluminação e aparelhagem que proporciona uma associação ideal entre a segurança do ambiente cirúrgico com a melhor qualidade de imagem: hemodinâmica fixa com fluoroscopia de alta resolução e ecocardiograma tridimensional colorido”, explica o cirurgião cardiovascular responsável pelo procedimento, Dr. Eduardo Saadi.

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Dr. Saadi destaca que para este tipo de procedimento é fundamental ter uma equipe treinada que possa atuar em todas as frentes da cirurgia: cirurgião cardiovascular, anestesista cardiovascular, cardiologista intervencionista e ecocardiografista.  “Isso com certeza dá mais segurança ao paciente: aliamos as melhores condições de imagem, com as melhores condições cirúrgicas e uma equipe experiente e treinada”, afirma. Além do Dr. Saadi, responsável por conduzir o procedimento participaram os Drs. Alcides Zago, Marcelo Miglioranza(ecocardiografista), e no cuidado pré e pós procedimento os cardiologistas Jose Ortega e Cristiano Jaeger.

Uma das grandes vantagens deste procedimento, além do menor risco é a rápida recuperação, mesmo em pacientes com idade avançada: “Nosso paciente tem 82 anos e dois dias após a cirurgia já estava em casa”.

Fonte: Hospital Mãe de Deus, por Silvana Schmidt Comunicação Corporativa

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Ministério da Saúde lança aplicativo para parlamentares acompanharem emendas https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/ministerio-da-saude-lanca-aplicativo-para-parlamentares-acompanharem-emendas/ https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/ministerio-da-saude-lanca-aplicativo-para-parlamentares-acompanharem-emendas/#respond Thu, 21 Mar 2019 03:08:29 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=1901 A partir de agora vai ficar mais fácil e ágil para os congressistas acompanharem o andamento das emendas

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A partir de agora vai ficar mais fácil e ágil para os parlamentares acompanharem o andamento das emendas parlamentares, no Ministério da Saúde. O ministro Luiz Henrique Mandetta lançou nesta quarta-feira (20), em audiência pública na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), o aplicativo ‘Emendas Parlamentares’. A plataforma, que é pioneira no setor público, permitirá aos congressistas serem notificados, pelo celular, quando houver empenho, pagamento e publicação de emendas parlamentares no Diário Oficial da União (DOU).

O objetivo do Ministério da Saúde é ofertar aos deputados e senadores um canal seguro, de fácil acesso e ágil, para a consulta de emendas pelo próprio smartphone, simplificando o processo de pesquisa de dados, beneficiários e propostas. Além disso, o app possibilitará, de forma interativa, uma visão maior das informações, por meio de gráficos e recursos geográficos, que darão maior transparência aos recursos destinados aos parlamentares. O aplicativo já pode ser baixado nas versões Android e IOS.

Ao anunciar a disponibilidade do aplicativo, o ministro da Saúde destacou que 50% das emendas parlamentares impositivas e individuais são destinadas à área da saúde. Também foi votado na Lei Orçamentária Anual (LOA) que uma emenda de bancada deve ser impositiva em saúde. “Assim, toda a classe política tem projetos em andamento com emenda parlamentar dentro do Ministério da Saúde”, disse Luiz Henrique Mandetta.

De acordo com o ministro, buscando atender ao máximo de parlamentares que vão até a sede do Ministério da Saúde, em Brasília, a pasta atendeu, em fevereiro, mais de 200 parlamentares. “Verificamos que muitas das questões que mobilizavam a vinda de um prefeito ou de um parlamentar até o Ministério da Saúde eram pontuais, como resolver problema de documento. Por isso, criamos esse aplicativo que vai permitir que o parlamentar, com sua senha individual, acompanhe, de onde estiver, o andamento da sua emenda parlamentar, mostrando para ele, com precisão, a hora de atuar politicamente, em função do status da emenda”, explicou o ministro.

Isso fez com que um volume muito grande de parlamentares, 513, tem 50% das suas emendas em saúde; os 81 senadores têm 50% de suas emendas em saúde. Além disso, Foi votado na LOA que uma emenda de bancada seria impositiva em saúde, então 27 senadores. Toda a classe política, 100%, todos os deputados, senadores, governadores e prefeitos têm projetos em andamento com EP dentro do MS. Procurando atender o maior número de parlamentares, em fevereiro, foram atendidos mais de 200 parlamentares. Muitas das questões eram,. Que as vezes mobilizava a vinda do prefeito, do parlamentar, para resolver um problema pontual de documento. São coisas que se tivéssemos uma ferramenta para monitorar as emendas setor por setor, um aplicativo que tivesse a senha individual e ele pudesse acompanhar, ele saberia a hora de atuar politicamente em função de onde ele estivesse. Ele iria com mais precisão.

Estamos nos preparando para colocar também os programas das diferentes cidades, que é mais complexo.

Com a funcionalidade de notificação, a plataforma evitará a necessidade do parlamentar ir pessoalmente ao Ministério da Saúde para averiguar a situação da emenda e, a partir de agora, ele terá a informação na palma da mão. Outro benefício será a visão geográfica de como as emendas estão distribuídas pelos estados e municípios e, também, informações especificadas dos beneficiários dos recursos destinados, dando maior transparência e um melhor controle ao recurso.

Para acessar o novo aplicativo, os parlamentares devem digitar o mesmo login e senha utilizados para entrar no sistema de cadastramento de propostas. Além disso, se quiser indicar outro funcionário ou assessor de gabinete para acompanhar o andamento das emendas pelo celular, deve indicá-lo no sistema da saúde para o fornecimento de dados de acesso. Se o parlamentar tiver qualquer problema com o app, pode contatar o Fundo Nacional de Saúde (FNS), no número 0800 644 8001 ou no Portal FNS, preenchendo o formulário disponível no link da aba superior ‘Fale com FNS’.

NOVO SITE E CARTILHA PARA CADASTRAMENTO DE EMENDAS
O aplicativo ‘Emendas Parlamentares’ não foi a única novidade anunciada pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na Câmara dos Deputados. Um novo site, o ‘Ambiente Familiar’, utilizado para o cadastramento de propostas de emendas parlamentares, também, foi apresentado para os presentes no plenário. Além do cadastramento das propostas, já realizada no antigo sistema, o novo permite, assim como no app, o acompanhamento das emendas parlamentares dentro das 12 etapas do financiamento, apontando onde está localizada dentro do Ministério da Saúde. O novo módulo foi desenvolvido com a finalidade de facilitar o acompanhamento das emendas individuais e coletivas, autorizadas na Lei Orçamentária Anual para o exercício de 2019.

Além disso, o ministro trouxe a Cartilha para Apresentação de Propostas ao Ministério da Saúde – 2019, que traz um resumo das principais ações financiadas pela pasta, além de um breve histórico do que é financiamento, quem é quem, quais os instrumentos de repasse utilizados pelo ministério para fazer transferência e programas prioritários da saúde. A publicação ficará disponível no portal do Fundo Nacional de Saúde.

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, foi convidado para participar da Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara dos Deputados. Entre outros assuntos, o ministro falou sobre o andamento do programa Mais Médicos nos estados, sobre o andamento da política de sangue no país, doenças raras, além de esclarecer sobre ações e programas do Ministério da Saúde para o ano de 2019.

Fonte: Ministério da Saúde, por Victor Maciel, da Agência Saúde

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Animais de estimação podem fazer visitas a pacientes no Hospital Tacchini https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/animais-de-estimacao-podem-fazer-visitas-a-pacientes-no-hospital-tacchini/ https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/animais-de-estimacao-podem-fazer-visitas-a-pacientes-no-hospital-tacchini/#respond Wed, 20 Mar 2019 19:54:55 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=1886 No Hospital Tacchini, a ação é coordenada pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar. A médica infectologista Nicole Alberti Golin, diz que todos os casos são avaliados individualmente, envolvendo a família e a equipe médico assistencial. “As visitações apenas serão liberadas para pacientes que estão no hospital há pelo menos 30 dias, sem previsão de […]

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No Hospital Tacchini, a ação é coordenada pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar. A médica infectologista Nicole Alberti Golin, diz que todos os casos são avaliados individualmente, envolvendo a família e a equipe médico assistencial. “As visitações apenas serão liberadas para pacientes que estão no hospital há pelo menos 30 dias, sem previsão de alta ou que estejam em cuidados paliativos. Mas mesmo assim, se não houver condições, não poderemos expor o paciente a fim de não prejudicar sua recuperação”, explica. Para ter acesso ao hospital, o pet deve ser de pequeno porte, ter carteira de vacinação atualizada, laudo veterinário constatando sua saúde e comprovante de banho em pet shop nas 24h anteriores à data da visita.

Todo paciente ou acompanhante deve manifestar seu desejo junto à equipe assistencial e obedecer aos requisitos da lei e pelo próprio hospital. Em fevereiro último, o Hospital Tacchini recebeu a primeira visita de um animal de estimação às suas dependências. O paciente, que tinha dificuldades de deslocamento, recebeu no próprio leito a visita de sua cadelinha Shih Tzu, Cacau, de 10 anos. “Foi um caso excepcional, onde foi preciso preparar o ambiente para este momento. É importante que todos tenham consciência, uma vez que não se trata de algo simples, embora pareça. Estamos falando de um hospital, onde o foco é a saúde e não podemos expor nossas equipes, pacientes e até mesmo os familiares”, alerta a doutora Nicole. “Mas apoiamos sim a iniciativa e sabemos o quanto isso traz benefícios na recuperação dos pacientes”, conclui a médica.

LEI MUNICIPAL
Ainda em abril do ano passado, a administração do Hospital Tacchini manifestou-se favorável ao projeto de lei do vereador Gustavo Sperotto, o qual tinha por objetivo autorizar que pacientes internados em hospitais públicos, privados e conveniados ao SUS no município pudessem receber a visita de seus animais de estimação. Recentemente a lei foi aprovada na Câmara de Vereadores, indo ao encontro do projeto interno ‘Animal no Hospital’, desenvolvido no Tacchini. A ação, realizada em parceria com a ONG Ações para o Bem, permitiu que pacientes internados na ala psiquiátrica recebessem a visita de cachorros, de modo a contribuir com o tratamento de todos.Após a aprovação em dezembro último, o Hospital Tacchini já permitiu a um paciente receber a visita de seu animalzinho de estimação. “Desde que fomos procurados pelo vereador Sperotto, sempre nos colocamos favoráveis, pois sabemos o quanto um animal faz a diferença na vida de uma família. Propomos alguns ajustes ao projeto de lei e internamente ajustamos nossas rotinas junto às equipes e a primeira experiência foi positiva”, relata a diretora técnica da instituição, doutora Roberta Pozza.

A aprovação do projeto foi ao encontro de um antigo desejo da família. “Durante cinco anos em que enfrentamos a doença com o pai, sempre pensamos em levar a Cacau durante os períodos de internação, uma vez que os dois eram um só. No entanto, sabíamos das restrições e isso nunca foi possível”, relata a arquiteta Claudia Alberici Pinto. Ela reconhece que requisitos do projeto não são nada exagerados. “Não vimos como questões burocráticas demais, uma vez que o Hospital cuida de muitas pessoas em diversificados estados de saúde e com diferentes patologias. Assim, todo cuidado é imprescindível”, comenta.

Fonte: Sistema de Saúde Tacchini, por Régis Beretta Genehr, com edição de saudegaucha.com

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Universitários do Rio criam prótese para amputados de membro superior https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/universitarios-do-rio-criam-protese-para-amputados-de-membro-superior/ https://www.saudegaucha.com/tecnologia-e-inovacao/universitarios-do-rio-criam-protese-para-amputados-de-membro-superior/#respond Mon, 18 Feb 2019 13:54:04 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=1431 Criado pelo estudante Robinson Simões Júnior, do sexto período de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF), o projeto da Rede Acadêmica de Cibernética e Humanidades (Reach) está a um passo de desenvolver próteses de baixo custo para amputados de membros superiores. O coordenador do projeto, professor Ricardo Carrano, disse que as próteses usadas pelo Sistema […]

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Criado pelo estudante Robinson Simões Júnior, do sexto período de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF), o projeto da Rede Acadêmica de Cibernética e Humanidades (Reach) está a um passo de desenvolver próteses de baixo custo para amputados de membros superiores.

O coordenador do projeto, professor Ricardo Carrano, disse que as próteses usadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são importadas, geralmente da Alemanha, e custam R$ 6 mil. Ele estimou que a Reach tem condições de reduzir o preço das próteses para menos de R$ 1 mil.

Isso permitirá ao SUS custear a prótese dos pacientes. “A meta é pegar a tecnologia existente, tentar substituí-la por componentes e métodos de produção mais baratos, mantendo os requisitos de qualidade, mas com um valor que possa ser bancado pelo SUS para que o amputado tenha a prótese de graça”, argumentou.

A Reach envolve alunos dos cursos de Medicina, Computação, Engenharia e Telecomunicações da UFF e completará dois anos em junho próximo.

Segundo Simões Filho, feita à mão, uma prótese custa cerca de R$ 5 mil. No projeto da UFF, ainda que em nível de protótipo, a mão sai por R$ 900 a R$ 1 mil. “A gente acha que, se produzir em maior escala, consegue baixar esse preço ainda mais”, afirmou.

Tecnologia nacional

O objeto inicial são pessoas amputadas das mãos ou nascidas sem membros superiores. Numa etapa posterior, o projeto pretende desenvolver próteses também para membros inferiores.

Os testes até o momento são feitos em dois alunos com agenesia (atrofia de um órgão ou tecido por parada do desenvolvimento na fase embrionária).

Um sensor do tipo utilizado em eletrocardiogramas é colocado em cima do músculo da pessoa, na região que tiver o tecido mais preservado.

Os estudantes conseguem detectar a contração do músculo e trabalham esse sinal para que ele seja entendido pela máquina, disse Robinson.

Os sinais são captados e amplificados através de eletrodos e enviados a um microprocessador, responsável pelo controle dos movimentos da mão.

O processo usa inteligência artificial e consegue atingir uma precisão de 90%.

Fonte: Agência Brasil

 

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