Nelson Marchezan Júnior – Saúde Gaúcha https://www.saudegaucha.com Informação para gestores e profissionais de saúde. Thu, 13 Jun 2019 19:57:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.1.1 https://www.saudegaucha.com/wp-content/uploads/2018/10/Saúde-Gaúcha-Favicon-2-100x100.png Nelson Marchezan Júnior – Saúde Gaúcha https://www.saudegaucha.com 32 32 Porto Alegre lança edital de saúde para PAs da Lomba do Pinheiro e Bom Jesus https://www.saudegaucha.com/geral/porto-alegre-lanca-edital-de-saude-para-pas-da-lomba-do-pinheiro-e-bom-jesus/ https://www.saudegaucha.com/geral/porto-alegre-lanca-edital-de-saude-para-pas-da-lomba-do-pinheiro-e-bom-jesus/#respond Wed, 17 Apr 2019 14:11:58 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2467 A prefeitura vai ampliar e melhorar o serviço de saúde nos pronto-atendimentos dos bairros Lomba do Pinheiro e Bom Jesus. O edital de chamamento público para gestão das unidades foi lançado nesta terça-feira, 16, e publicado no Diário Oficial do Município. O contrato prevê aumento do número de leitos de observação de 25 para 44 […]

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A prefeitura vai ampliar e melhorar o serviço de saúde nos pronto-atendimentos dos bairros Lomba do Pinheiro e Bom Jesus. O edital de chamamento público para gestão das unidades foi lançado nesta terça-feira, 16, e publicado no Diário Oficial do Município. O contrato prevê aumento do número de leitos de observação de 25 para 44 (76% a mais), incremento de mais de 5 mil atendimentos por mês, farmácia e serviço social com funcionamento 24 horas e remoção de pacientes por ambulância de forma mais ágil e eficiente.

“Vamos entregar o que há de melhor na saúde de maneira pública e gratuita. Não há como ser contra um projeto que melhora o atendimento à população e amplia o volume de entregas com um custo semelhante ou menor para a gestão municipal”, afirma o prefeito Nelson Marchezan Júnior.

O edital prevê ainda melhoria das áreas físicas, suporte de diagnóstico em sala de observação, oferta de exames de ecografia nas salas de emergência, aumento da cartela de exames laboratoriais e qualificação de fluxos e do acesso segundo as normas do Ministério da Saúde.

A organização social vencedora deverá qualificar em até seis meses a estrutura dos locais, o que poderá transformá-los em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e, com isso, habilitá-los a  receber recursos do Ministério da Saúde e do governo estadual. O valor é de até R$ 1 milhão – o que possibilita redução de 25% no custeio municipal.

A prefeitura gasta atualmente com a manutenção dos serviços cerca de R$ 4 milhões por mês. As estruturas da Lomba do Pinheiro e do Bom Jesus possuem 199 profissionais, que poderão ser remanejados para as demais unidades da rede de urgência e emergência, suprindo o déficit existente no Hospital de Pronto Socorro, Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas e Pronto Atendimento Cruzeiro do Sul, por exemplo.

A abertura dos envelopes do edital de chamamento público está prevista para o dia 3 de junho. O início das atividades da nova gestora das unidades de saúde deve ocorrer no início do segundo semestre.

Critérios técnicos – O secretário municipal de Saúde, Pablo Stürmer, explica que os critério de apreciação da organização social que será contratualizada por meio do edital serão técnicos. “Nosso foco é nas pessoas, sem nunca descuidar da qualidade. A avaliação dos serviços prestados e o pagamento por esse trabalho serão feitos mediante o cumprimento de indicadores de resultados quantitativos e qualitativos. Se a organização não entregar um bom trabalho, ela não receberá por isso”, destaca.

O vereador André Carús, presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara Municipal, ressalta que a população terá um atendimento de excelência gratuito e público. “Ir contra esse tipo de ação é trabalhar na contramão dos serviços essenciais aos cidadãos. Quem ganha são as pessoas”, frisa.

Também participaram do evento o vice-prefeito Gustavo Paim; o secretário de Comunicação, Orestes de Andrade J.r; secretário de Infraestrutura e Mobilidade Urbana em exercício, Marcelo Gazen; os vereadores Nelcir Tessaro e Moisés Barbosa; presidente do Tribunal de Justiça Militar, coronel Paulo Roberto Mendes Rodrigues; presidente da Associação Médica do RS (Amrigs), Alfredo Floro Cantalice Neto; presidente da Associação Hospitalar Vila Nova, Dirceu Beltrame Dal’Molin; representante do Grupo Hospitalar Conceição, Jean Russowski; secretário- geral do Simers, Marco Rovinski; e o diretor-geral do Hospital Restinga e Extremo-Sul, Paulo Fernando Scolari.

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

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Porto Alegre entrega reforma Caps para dependentes de álcool e drogas e amplia leitos https://www.saudegaucha.com/gestao/2241/ https://www.saudegaucha.com/gestao/2241/#respond Tue, 02 Apr 2019 19:52:31 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2241 Porto Alegre ganhou nesta terça-feira, 2, um Centro de Atenção Psicossocial – Caps AD III moderno e acolhedor para atender pessoas com dependência de álcool e drogas. Ao entrar no prédio, localizado na Avenida Pernambuco, 1.700, no 4º Distrito, o público parece estar em uma galeria de artes ou em uma instalação de co-working. As […]

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Porto Alegre ganhou nesta terça-feira, 2, um Centro de Atenção Psicossocial – Caps AD III moderno e acolhedor para atender pessoas com dependência de álcool e drogas. Ao entrar no prédio, localizado na Avenida Pernambuco, 1.700, no 4º Distrito, o público parece estar em uma galeria de artes ou em uma instalação de co-working. As paredes grafitadas pelo artista David Bizer, o pé direito alto e uma equipe altamente preparada para atender quem procura ajuda para se livrar da dependência química são diferenciais que a saúde mental tem buscado em Porto Alegre, conforme destaca o prefeito Nelson Marchezan Júnior. “Este é um atendimento 100% SUS, executado por uma instituição vocacionada. Entregar serviços de qualidade é possível, sim, na máquina pública”, ressaltou.

>> Porto Alegre inaugura primeiro Caps álcool e drogas 24h a céu aberto país

Além da reforma da estrutura, o local aumentou de 10 para 12 os leitos de permanência noturna. A administração será realizada pela Associação Educadora São Carlos (AESC), habilitada por edital de chamamento público. O secretário de Saúde, Pablo Stürmer, lembra que a contratualização dos serviços é o caminho escolhido pela gestão para a prestação de bons serviços e de forma mais ágil à população. “O SUS não precisa ter uma estrutura precária, não precisa ser estatal e pode estar mais perto de quem precisa. Esta é uma diretriz deste governo, e vamos cada vez mais abrir serviços neste formato para quem mais necessita”, destacou.

A presidente do Hospital Mãe de Deus, Irmã Lucia Boniatti, classificou a entrega como uma verdadeira política pública de acolhimento. “Este é um momento em que a gente dá uma resposta efetiva ao povo e responde àquilo que a população vulnerável, excluída, pobre e sem assistência pode receber, com acolhimento num ambiente como este”, frisou. O secretário-adjunto estadual de Segurança Pública, coronel Marcelo Gomes Frota, afirmou que “um espaço assim traz dignidade à pessoa humana”.

O serviços prestados no novo Caps fazem parte do Plano Municipal de Superação da Situação de Rua e do Plano Municipal de Saúde Mental de Porto Alegre. A capital conta hoje com 12 Caps, além do Caps IV (Céu Aberto), inaugurado na última sexta-feira, 29. A previsão é de abertura de mais unidades nas próximas semanas.

Tipos de Caps: 
– Caps AD II – sem leitos, funciona das 8h às 18h
– Caps AD III –12 leitos, recebe pacientes até as 18h, abriga usuários no período noturno, 24 horas
– Caps AD IV – 20 leitos, com psiquiatra e atendimento 24 horas

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre, por Elisandra Borba (texto) e Matheus Miorim Beust (edição) 
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

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Porto Alegre inaugura primeiro Caps álcool e drogas 24h a céu aberto país https://www.saudegaucha.com/governo/porto-alegre-inaugura-primeiro-caps-alcool-e-drogas-24h-a-ceu-aberto-pais/ https://www.saudegaucha.com/governo/porto-alegre-inaugura-primeiro-caps-alcool-e-drogas-24h-a-ceu-aberto-pais/#respond Sat, 30 Mar 2019 00:47:32 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=2174 Foi inaugurado em Porto Alegre nesta sexta-feira, 29, o primeiro Centro de Atenção Psicossocial (Caps AD IV) a céu aberto do Brasil, com funcionamento 24 horas, para atendimento em dependência de álcool e drogas. Desde 2012, não havia sido aberto na Capital um novo Caps. O local será administrado pela Associação Educadora São Carlos (Aesc), […]

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Foi inaugurado em Porto Alegre nesta sexta-feira, 29, o primeiro Centro de Atenção Psicossocial (Caps AD IV) a céu aberto do Brasil, com funcionamento 24 horas, para atendimento em dependência de álcool e drogas. Desde 2012, não havia sido aberto na Capital um novo Caps. O local será administrado pela Associação Educadora São Carlos (Aesc), habilitada por edital de chamamento público.

Localizado na rua Comendador Azevedo, 97, no bairro Floresta, o Caps AD IV terá psiquiatra à disposição durante todo o período. São 65 profissionais, entre médicos psiquiatras e clínicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e pedagogo. O prédio tem área de 400m2, com 20 leitos, sendo 11 para receber pessoas em situação de crise e nove de retaguarda para permanência noturna.

O local será administrado pela Associação Educadora São Carlos (Aesc), habilitada por edital de chamamento público
O local será administrado pela Associação Educadora São Carlos (Aesc), habilitada por edital de chamamento público. Na foto, representantes da Prefeitura e da entidade (Foto: Cesar Lopes/PMPA)

O prefeito Nelson Marchezan Júnior destacou que Porto Alegre entra em um novo patamar de entregas na área da saúde.“É uma alegria trabalhar com entes da sociedade civil que entregam em serviços cada centavo investido pela prefeitura. São pessoas vocacionadas para melhor atender à população. Vamos enfrentar o problema do álcool e drogas com evidências, técnica e caminhos concretos. Sem ideologias. O Caps IV é um exemplo extraordinário de trabalho para aqueles que mais precisam”, disse.

O serviço que será prestado no novo Caps é estratégico e faz parte do Plano Municipal de Superação da Situação de Rua e do Plano Municipal de Saúde Mental de Porto Alegre, conforme explica o secretário de Saúde, Pablo Stürmer. “Passamos muito tempo dizendo o que não poderia ser feito com essas pessoas, sem achar alternativas e o que efetivamente fazer. A saúde não pode se basear em manifestações ideológicas, mas científicas e técnicas”, defendeu.

Desde dezembro de 2018, os profissionais estão trabalhando na região, fazendo o mapeamento de serviços, pacientes e da melhor forma de atender cada caso identificado na área do 4º Distrito. O superintendente-geral da Aesc, Fernando de Barros Barreto, salientou que esta é a primeira entrega da instituição dentro do Pacto Alegre, com a meta de transformar a capital gaúcha em referência internacional em inovação. “É uma ação inovadora para todos, mas que está sendo entregue àqueles que raramente recebem algo”, disse Barreto, referindo-se à parcela mais vulnerável da população.

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre, por Elisandra Borba (texto) e Rui Felten (edição)

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Capital adota novas tecnologias no combate à tuberculose https://www.saudegaucha.com/geral/porto-alegre-usa-novas-tecnologias-no-combate-a-tuberculose-capital-e-a-4a-com-maior-numero-de-casos-no-pais-2/ https://www.saudegaucha.com/geral/porto-alegre-usa-novas-tecnologias-no-combate-a-tuberculose-capital-e-a-4a-com-maior-numero-de-casos-no-pais-2/#respond Sun, 24 Mar 2019 02:12:50 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=1968 Publicado originalmente em 08/02/19 A tuberculose é a doença infecciosa com maior mortalidade no mundo, sendo um grave problema de saúde pública. No Brasil, Porto Alegre é a quarta capital com o maior coeficiente de incidência da doença (81,7/100 mil habitantes). Em 2018, foram 1.373 novos casos, com taxa de cura de 56% e taxa […]

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Publicado originalmente em 08/02/19

A tuberculose é a doença infecciosa com maior mortalidade no mundo, sendo um grave problema de saúde pública. No Brasil, Porto Alegre é a quarta capital com o maior coeficiente de incidência da doença (81,7/100 mil habitantes). Em 2018, foram 1.373 novos casos, com taxa de cura de 56% e taxa de abandono de 24%. Para melhorar esse cenário, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) elaborou o Plano Municipal de Enfrentamento da Tuberculose, apresentado nesta sexta-feira, 8, no auditório do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers).

O prefeito Nelson Marchezan Júnior destaca a importância de trabalhar em parceria com a sociedade e agradeceu o apoio do Cremers na divulgação do plano de enfrentamento da tuberculose. “O desafio de Porto Alegre é unir forças para que possamos olhar a cidade, que é uma cidade de 1,5 milhão de habitantes. Esse plano é o exemplo de um grande esforço, de trabalho articulado”, afirma o prefeito.

O representante da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e do Programa Nacional de Combate à Tuberculose, Stefano Barbosa Codenotti, falou que o plano nacional, lançado em 2017, não veio para resolver o problema, mas pretende estimular que os municípios planejem estratégias para conseguir atender as pessoas com a doença, para que terminem o tratamento. “Porto Alegre é uma das principais capitais do ponto de vista epidemiológico. Se a experiência der certo aqui, pode ser exemplo a outras capitais brasileiras”, afirmou.

O secretário municipal de Saúde, Pablo Stürmer, agradeceu a presença e a parceria de todos na estratégia de combate à doença. “Nosso desafio é encontrar soluções para velhos problemas, interligar informações, usar ferramentas de inovação para possibilitar que a rede de saúde possa acompanhar de perto os pacientes”, considera, destacando a importância de mapear os problemas para apontar soluções.

Segundo o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers), Eduardo Trindade, a luta contra tuberculose é de toda a classe médica. “Parabéns a essa grande equipe da Saúde montada pelo prefeito Marchezan”, diz.

Enfrentamento – A coordenadora de Telessaúde e Telemedicina da SMS, médica Juliana Nunes Pfeil, explicou que entre as principais estratégias para combater a doença estão telemonitoramento e transição de cuidado, ambas iniciados em agosto de 2018. Segundo ela, a meta é chegar a 79% de taxa de cura até 2020. O monitoramento começou como piloto na região Partenon-Lomba do Pinheiro, que tem a maior incidência de tuberculose na cidade, sendo concluído em dezembro nas outras sete regiões de saúde (Leste-Nordeste, Restinga, Centro, Sul-Centro Sul, Norte-Eixo Baltazar, Noroeste-Humaitá/Navegantes-Ilhas, Glória-Cruzeiro-Cristal).

“As ações incluem formas de acesso eletrônico por e-mail, telefone e WhatsApp, como referência para médicos e demais profissionais da rede municipal de saúde que atenderem pacientes com suspeita ou diagnóstico de tuberculose”, informou Juliana. Também serão utilizados na transição de cuidado e encaminhamento à instituição de referência, no sentido de dar continuidade ao tratamento. “O telemonitoramento prevê contato direto com pacientes em tratamento e com as unidades de saúde”, completou. Além disso, há monitoramento integrado de todos os sistemas informatizados que contêm dados das pessoas com suspeita ou diagnóstico de tuberculose.

Outras ações incluem melhora no diagnóstico a partir de iniciativas como: disponibilizar o exame de baciloscopia em todas as unidades de saúde e nos Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD); facilitar o acesso ao tratamento: hoje, o paciente pode retirar o medicamento onde achar mais conveniente e não necessariamente em sua unidade de referência; e capacitar médicos da rede que são referência para a discussão de casos e implantação da vacina BCG nas maternidades.

O Plano Municipal de Enfrentamento da Tuberculose é apoiado pelo Conselho Regional de Medicina do RS (Cremers), que tem auxiliado na divulgação dos contatos da SMS para os médicos, facilitando a transição de cuidados dos pacientes e sua vinculação em uma unidade para tratamento. Também participaram do lançamento representantes de instituições hospitalares, os vereadores Moisés Barboza, Dr. Goulart, entre outras autoridades, profissionais da Atenção Primária, Atenção Hospitalar, Coordenação de Urgências, Vigilância em Saúde, médicos e enfermeiros.

Tuberculose – Na lista das cinco capitais com maiores incidências da doença estão Manaus (104,7 casos por 100 mil habitantes), Rio de Janeiro (88,5 casos), Recife (85,5 casos) e Belém (64,9 casos), além de Porto Alegre, de acordo com dados do Ministério da Saúde. O Rio Grande do Sul é o Estado com maior quantidade de retratamentos da doença.

Uma das principais dificuldades no combate à doença é o abandono do tratamento, com uma taxa de 24% dos casos na Capital. Normalmente, o processo dura seis meses, mas pode se estender a um ano ou mais, conforme a multirresistência que o bacilo adquire após a interrupção. Alimentação desregrada e exposição a intempéries do clima e ambientes insalubres facilitam o contágio, por isso, a SMS tem trabalhado para ampliar, capacitar e intensificar o atendimento aos pacientes, sendo que as unidades de saúde oferecem tanto teste quanto tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Causada por uma bactéria (Bacilo de Koch) que ataca principalmente os pulmões – mas pode ocorrer em outras partes do corpo –, a doença é transmitida pelo ar. Tosse por mais de duas semanas, associada a um ou mais sintomas – transpiração excessiva à noite, cansaço, falta de apetite, emagrecimento e febre – pode configurar a doença. Nesse caso, a orientação é procurar a unidade de saúde para fazer o exame e, em caso positivo, iniciar o tratamento imediatamente.

O principal exame é a baciloscopia, que possibilita a análise direta da secreção excretada pelos pulmões. O tratamento consiste em medicação de uso regular, todos os dias, no mesmo horário, durante seis meses, no mínimo. Em caso de interrupção antes do previsto, a pessoa pode ter recidiva e desenvolver uma tuberculose resistente aos medicamentos do esquema básico. A tuberculose tem cura, desde que o tratamento tenha continuidade até o final.

O perfil epidemiológico da doença mostra que ela atinge predominantemente pessoas com baixa escolaridade, em sua maioria homens em idade produtiva. Entre os públicos de maior vulnerabilidade estão população em situação de rua, portadores de HIV/Aids, indígenas, população prisional e egressos e dependentes químicos.

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

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Porto Alegre entrega a quarta unidade de saúde com atendimento até 22h https://www.saudegaucha.com/servicos/porto-alegre-entrega-a-quarta-unidade-de-saude-com-atendimento-ate-22h/ https://www.saudegaucha.com/servicos/porto-alegre-entrega-a-quarta-unidade-de-saude-com-atendimento-ate-22h/#respond Fri, 22 Mar 2019 02:34:54 +0000 http://www.saudegaucha.com/?p=1905 Porto Alegre passou a contar a partir desta quinta-feira (21) com mais uma Unidade de Saúde com horário estendido até as 22h. É a Unidade Ramos, localizada no bairro Rubem Berta, zona norte da Capital. Esta é a quarta que terá atendimento também das 18h às 22h. São Carlos, Modelo e Tristeza foram as primeiras […]

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Porto Alegre passou a contar a partir desta quinta-feira (21) com mais uma Unidade de Saúde com horário estendido até as 22h. É a Unidade Ramos, localizada no bairro Rubem Berta, zona norte da Capital. Esta é a quarta que terá atendimento também das 18h às 22h. São Carlos, Modelo e Tristeza foram as primeiras a implementar o serviço. O prefeito Nelson Marchezan Júnior lembrou dos profissionais que trabalham com vocação para atender ao público. “Queremos entregar não só estruturas melhores, mas serviços qualificados. E quando um profissional tem vocação para atender, ele vai servir bem a população”, diz.

Desde março de 2017, quando inaugurou a primeira unidade com horário estendido, foram realizados mais de 82 mil atendimentos noturnos. “Em cada posto, a média de atendimento das 18h às 22h é de 3 mil pessoas por mês. Ou seja, é uma ideia que deu certo em Porto Alegre”, diz Marchezan. “E o melhor, 80% dos casos atendidos são resolvidos na hora pelos médicos de família no próprio posto de saúde, desafogando os hospitais”, destaca. O secretário de Saúde Pablo Stürmer observa que o modelo tem se mostrado eficiente com a adesão da população ao serviço no horário noturno.

A conselheira do orçamento participativo, Priscila Aguiar, destacou a união da comunidade para conquistar as melhorias na unidade de saúde. “Foi uma construção em sociedade. Quando as pessoas se unem, em vez de criticar, alcançam o que precisam”, frisa. O líder do governo na Câmara, Mauro Pinheiro, também ressaltou o trabalho conjunto entre poder público e comunidade. “Quem busca o melhor, melhora a vida de todos”, conclui.

Mais de 13 mil pessoas serão beneficiadas nesta unidade que passou por obras para se adaptar ao atendimento diferenciado. Durante a reforma, as consultas foram realizadas pela Unidade Móvel de Saúde e outras Unidades da região. Além do horário estendido, a Unidade seguirá sendo referência na região entre as 8h e 18h e vai oferecer coleta de exames e aplicação de vacinas, além de consultas odontológicas (a partir de abril).

Entre 18h e 22h, os pacientes que forem até o posto serão atendidos por ordem de chegada, sem necessidade de agendamento. Quando houver necessidade de encaminhamento, o procedimento será feito na hora. O paciente sai com um ticket, com o número do cartão SUS e já pode consultar o andamento da sua requisição no site da prefeitura.

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre, por Elisandra Borba (texto) e Gilmar Martins (edição)

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Projeto de Marchezan pretende ampliar serviços de farmacêuticos https://www.saudegaucha.com/servicos/projeto-de-marchezan-pretende-ampliar-servicos-de-farmaceuticos/ https://www.saudegaucha.com/servicos/projeto-de-marchezan-pretende-ampliar-servicos-de-farmaceuticos/#respond Fri, 15 Feb 2019 19:50:46 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=1416 O prefeito Nelson Marchezan Júnior encaminhou à Câmara Municipal nesta sexta-feira, 15, projeto de lei que amplia a prestação de serviços farmacêuticos pelas farmácias públicas e privadas. A proposta, se aprovada, permitirá entre outras novidades a aplicação de inalação ou nebulização; injeções; curativos; atenção farmacêutica, inclusive domiciliar; exame laboratorial de resposta imediata; vacinação; comercialização de […]

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O prefeito Nelson Marchezan Júnior encaminhou à Câmara Municipal nesta sexta-feira, 15, projeto de lei que amplia a prestação de serviços farmacêuticos pelas farmácias públicas e privadas. A proposta, se aprovada, permitirá entre outras novidades a aplicação de inalação ou nebulização; injeções; curativos; atenção farmacêutica, inclusive domiciliar; exame laboratorial de resposta imediata; vacinação; comercialização de alimentos para suplementação de nutrição e florais industrializados, além de práticas integrativas e complementares, tais como reiki e aplicação de técnicas de tratamento como acupressura, auriculoterapia, acupuntura, aplicação de cromoterapia e realização de terapia floral.
“A possibilidade de que estabelecimentos privados possam comercializar e aplicar vacinas ou prestar serviços de saúde vem ao encontro das políticas públicas atuais”, explica o prefeito. Marchezan salienta que há a necessidade de se desonerar o ente público e de ampliar e dar maior dinâmica e oportunidades ao cidadão, consumidor e usuário, na escolha e aplicação de vacinas.
Para o chefe do Executivo, a regulamentação dessas atividades atenderá ao interesse público, pois quanto maior a rede de serviços alcançados pela iniciativa privada, maior a tendência de redução de custos ao contribuinte. “A medida permite que a parcela da população com maior capacidade econômica tenha acesso a medicamentos e vacinas com preços justos e adequados à atual realidade econômica e financeira”, diz.
 
Regulamentação – O projeto de lei regulamenta a ação dos farmacêuticos e tem apoio do Conselho Regional de Farmácia e da Vigilância Sanitária. Diversos estados e municípios já aprovaram ou estão buscando alteração na legislação vigente. O secretário municipal da Saúde, Pablo Sturmer, lembra que, em caso de uma epidemia, por exemplo, a ampliação de locais que comercializem e apliquem vacinas neutraliza mais rápido a sua proliferação.
“Com a devida regulamentação e permissão dos serviços pelas farmácias, o cidadão poderá usufruir de inúmeros benefícios, transformando as farmácias em facilitadoras desse acesso à saúde”, diz o secretário. Pablo Sturmer acrescenta que será criada uma norma mais completa e detalhada, autorizando definitivamente a vacinação e outros serviços farmacêuticos, de forma a proporcionar maior segurança jurídica às farmácias.
Interesse público – Diferente das clínicas específicas de saúde, cujo serviço oferecido é delimitado, na farmácia, os serviços serão um adicional. O estabelecimento farmacêutico possuirá vários outros itens e serviços à disposição, diluindo custos e permitindo preços mais acessíveis ao cidadão. O projeto foi protocolado pelo líder do governo no Legislativo Municipal, vereador Mauro Pinheiro. “A possibilidade de que estabelecimentos privados possam aplicar vacinas ou prestar outros serviços de saúde vai aumentar a concorrência e baixar o preço para população”, destaca.
Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

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Porto Alegre usa novas tecnologias no combate à tuberculose; Capital é a 4ª com maior número de casos no país https://www.saudegaucha.com/sem-categoria/porto-alegre-usa-novas-tecnologias-no-combate-a-tuberculose-capital-e-a-4a-com-maior-numero-de-casos-no-pais/ https://www.saudegaucha.com/sem-categoria/porto-alegre-usa-novas-tecnologias-no-combate-a-tuberculose-capital-e-a-4a-com-maior-numero-de-casos-no-pais/#respond Sat, 09 Feb 2019 01:16:59 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=1341 A tuberculose é a doença infecciosa com maior mortalidade no mundo, sendo um grave problema de saúde pública. No Brasil, Porto Alegre é a quarta capital com o maior coeficiente de incidência da doença (81,7/100 mil habitantes). Em 2018, foram 1.373 novos casos, com taxa de cura de 56% e taxa de abandono de 24%. […]

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A tuberculose é a doença infecciosa com maior mortalidade no mundo, sendo um grave problema de saúde pública. No Brasil, Porto Alegre é a quarta capital com o maior coeficiente de incidência da doença (81,7/100 mil habitantes). Em 2018, foram 1.373 novos casos, com taxa de cura de 56% e taxa de abandono de 24%. Para melhorar esse cenário, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) elaborou o Plano Municipal de Enfrentamento da Tuberculose, apresentado nesta sexta-feira, 8, no auditório do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers).

O prefeito Nelson Marchezan Júnior destaca a importância de trabalhar em parceria com a sociedade e agradeceu o apoio do Cremers na divulgação do plano de enfrentamento da tuberculose. “O desafio de Porto Alegre é unir forças para que possamos olhar a cidade, que é uma cidade de 1,5 milhão de habitantes. Esse plano é o exemplo de um grande esforço, de trabalho articulado”, afirma o prefeito.

O representante da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e do Programa Nacional de Combate à Tuberculose, Stefano Barbosa Codenotti, falou que o plano nacional, lançado em 2017, não veio para resolver o problema, mas pretende estimular que os municípios planejem estratégias para conseguir atender as pessoas com a doença, para que terminem o tratamento. “Porto Alegre é uma das principais capitais do ponto de vista epidemiológico. Se a experiência der certo aqui, pode ser exemplo a outras capitais brasileiras”, afirmou.

O secretário municipal de Saúde, Pablo Stürmer, agradeceu a presença e a parceria de todos na estratégia de combate à doença. “Nosso desafio é encontrar soluções para velhos problemas, interligar informações, usar ferramentas de inovação para possibilitar que a rede de saúde possa acompanhar de perto os pacientes”, considera, destacando a importância de mapear os problemas para apontar soluções.

Segundo o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers), Eduardo Trindade, a luta contra tuberculose é de toda a classe médica. “Parabéns a essa grande equipe da Saúde montada pelo prefeito Marchezan”, diz.

Enfrentamento – A coordenadora de Telessaúde e Telemedicina da SMS, médica Juliana Nunes Pfeil, explicou que entre as principais estratégias para combater a doença estão telemonitoramento e transição de cuidado, ambas iniciados em agosto de 2018. Segundo ela, a meta é chegar a 79% de taxa de cura até 2020. O monitoramento começou como piloto na região Partenon-Lomba do Pinheiro, que tem a maior incidência de tuberculose na cidade, sendo concluído em dezembro nas outras sete regiões de saúde (Leste-Nordeste, Restinga, Centro, Sul-Centro Sul, Norte-Eixo Baltazar, Noroeste-Humaitá/Navegantes-Ilhas, Glória-Cruzeiro-Cristal).

“As ações incluem formas de acesso eletrônico por e-mail, telefone e WhatsApp, como referência para médicos e demais profissionais da rede municipal de saúde que atenderem pacientes com suspeita ou diagnóstico de tuberculose”, informou Juliana. Também serão utilizados na transição de cuidado e encaminhamento à instituição de referência, no sentido de dar continuidade ao tratamento. “O telemonitoramento prevê contato direto com pacientes em tratamento e com as unidades de saúde”, completou. Além disso, há monitoramento integrado de todos os sistemas informatizados que contêm dados das pessoas com suspeita ou diagnóstico de tuberculose.

Outras ações incluem melhora no diagnóstico a partir de iniciativas como: disponibilizar o exame de baciloscopia em todas as unidades de saúde e nos Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD); facilitar o acesso ao tratamento: hoje, o paciente pode retirar o medicamento onde achar mais conveniente e não necessariamente em sua unidade de referência; e capacitar médicos da rede que são referência para a discussão de casos e implantação da vacina BCG nas maternidades.

O Plano Municipal de Enfrentamento da Tuberculose é apoiado pelo Conselho Regional de Medicina do RS (Cremers), que tem auxiliado na divulgação dos contatos da SMS para os médicos, facilitando a transição de cuidados dos pacientes e sua vinculação em uma unidade para tratamento. Também participaram do lançamento representantes de instituições hospitalares, os vereadores Moisés Barboza, Dr. Goulart, entre outras autoridades, profissionais da Atenção Primária, Atenção Hospitalar, Coordenação de Urgências, Vigilância em Saúde, médicos e enfermeiros.

Tuberculose – Na lista das cinco capitais com maiores incidências da doença estão Manaus (104,7 casos por 100 mil habitantes), Rio de Janeiro (88,5 casos), Recife (85,5 casos) e Belém (64,9 casos), além de Porto Alegre, de acordo com dados do Ministério da Saúde. O Rio Grande do Sul é o Estado com maior quantidade de retratamentos da doença.

Uma das principais dificuldades no combate à doença é o abandono do tratamento, com uma taxa de 24% dos casos na Capital. Normalmente, o processo dura seis meses, mas pode se estender a um ano ou mais, conforme a multirresistência que o bacilo adquire após a interrupção. Alimentação desregrada e exposição a intempéries do clima e ambientes insalubres facilitam o contágio, por isso, a SMS tem trabalhado para ampliar, capacitar e intensificar o atendimento aos pacientes, sendo que as unidades de saúde oferecem tanto teste quanto tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Causada por uma bactéria (Bacilo de Koch) que ataca principalmente os pulmões – mas pode ocorrer em outras partes do corpo –, a doença é transmitida pelo ar. Tosse por mais de duas semanas, associada a um ou mais sintomas – transpiração excessiva à noite, cansaço, falta de apetite, emagrecimento e febre – pode configurar a doença. Nesse caso, a orientação é procurar a unidade de saúde para fazer o exame e, em caso positivo, iniciar o tratamento imediatamente.

O principal exame é a baciloscopia, que possibilita a análise direta da secreção excretada pelos pulmões. O tratamento consiste em medicação de uso regular, todos os dias, no mesmo horário, durante seis meses, no mínimo. Em caso de interrupção antes do previsto, a pessoa pode ter recidiva e desenvolver uma tuberculose resistente aos medicamentos do esquema básico. A tuberculose tem cura, desde que o tratamento tenha continuidade até o final.

O perfil epidemiológico da doença mostra que ela atinge predominantemente pessoas com baixa escolaridade, em sua maioria homens em idade produtiva. Entre os públicos de maior vulnerabilidade estão população em situação de rua, portadores de HIV/Aids, indígenas, população prisional e egressos e dependentes químicos.

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

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Porto Alegre lança projeto para reduzir espera em consultas; fila é de 45 mil https://www.saudegaucha.com/gestao/porto-alegre-lanca-projeto-para-reduzir-espera-em-consultas-fila-e-de-45-mil/ https://www.saudegaucha.com/gestao/porto-alegre-lanca-projeto-para-reduzir-espera-em-consultas-fila-e-de-45-mil/#respond Mon, 28 Jan 2019 18:49:32 +0000 https://www.saudegaucha.com/?p=1227 A saúde pública de Porto Alegre dá um grande salto para reduzir a fila de espera por consultas com especialistas pelo SUS, como ortopedistas e ginecologistas, que são encaminhadas pelas unidades de saúde. Nesta sexta-feira, 25, a Prefeitura de Porto Alegre, o Hospital Sírio-Libanês e o TelessaúdeRS-UFRGS anunciaram o início das atividades do Regula+Brasil na […]

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A saúde pública de Porto Alegre dá um grande salto para reduzir a fila de espera por consultas com especialistas pelo SUS, como ortopedistas e ginecologistas, que são encaminhadas pelas unidades de saúde. Nesta sexta-feira, 25, a Prefeitura de Porto Alegre, o Hospital Sírio-Libanês e o TelessaúdeRS-UFRGS anunciaram o início das atividades do Regula+Brasil na Capital. O evento ocorreu pela manhã, no auditório do TelessaúdeRS-UFRGS. O trabalho teve início em 10 de janeiro e já regulou mais de 4 mil consultas. A iniciativa faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

O prefeito Nelson Marchezan Júnior afirma que o Regula+Brasil irá qualificar o atendimento dos 1,5 milhão de porto-alegrenses e diminuir a angústia daqueles que buscam a saúde pública. “Vamos enfrentar de forma estruturada questões pontuais em 11 especialidades médicas. Já zeramos a fila de espera por consultas dermatológicas, ainda, em 2017 e reduzimos praticamente pela metade os atendimentos na ortopedia”, diz. Marchezan destaca também que o serviço é mais barato e qualificado para a máquina pública, pois evita encaminhamentos, filas e exames desnecessários. “É uma forma de dar mais atenção ao paciente que vai sair com uma solução para o seu problema de saúde”, completa.

O secretário municipal de Saúde, Pablo Stürmer, ressalta os desafios que os municípios enfrentam para solucionar a questão da fila de espera. “A solução passa por ações aplicadas de forma efetiva e inovadora. “A inovação serve para auxiliar as pessoas, garantindo que profissionais possam oferecer o que elas precisam no atendimento em saúde”, afirma.

Conheça o projeto – O Regula+Brasil faz parte do Proadi-SUS. É implementado pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs)/Telessaúde-RS e a Prefeitura de Porto Alegre. A iniciativa partiu de modelo similar desenvolvido pela Ufrgs no Rio Grande do Sul, em parceira com a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul e implantado nas unidades de saúde do Interior do Estado.

Na prática, o programa atua apoiando a Central de Regulação de Porto Alegre, avaliando os encaminhamentos feitos aos pacientes que procuram as unidades de saúde. Sempre que o médico do posto acredita na necessidade de encaminhar o paciente a um especialista, o caso será enviado a um núcleo remoto formado por médicos integrados a uma rede de telemedicina. O núcleo avalia o encaminhamento para as especialidades, indicando prioridade aos casos mais graves.

Nos casos que necessitem de mais informações ou que podem ser resolvidos na atenção primária, o projeto disponibiliza um número de telefone 0800 e um aplicativo de mensagens, no qual médicos especialistas do Sírio-Libanês discutem cada caso com os profissionais do posto. Esse canal 0800 oferece um atendimento mais qualificado aos pacientes e evita encaminhamentos desnecessários aos especialistas, aumentando a taxa de resolução na própria unidade de saúde. O fluxo também ajuda a capacitar os médicos das unidades.

Para atender a esta demanda, e das demais cinco capitais incluídas no projeto Regula+Brasil, foram inaugurados três núcleos de atendimento interligados em São Paulo, Porto Alegre e Distrito Federal. Os núcleos atenderão das 8h às 17h30, de segunda a sexta-feira, por meio do 0800 ou WhatsApp.

Telemedicina – Porto Alegre utiliza telemedicina para dermatologia e oftalmologia desde 2017. Em janeiro daquele ano, a fila para dermatologia era de 5.230 pacientes e foi zerada no final de 12 meses. “Esse projeto é baseado no sucesso do TelessaúdeRS-UFRGS e hoje, por meio do Proadi-SUS, estamos expandido para outras capitais do Brasil”, explica o diretor-executivo do Hospital Sírio-Libanês, Fernando Torelly. “Além de reduzir as filas de atendimento de especialistas, estamos ajudando na formação dos profissionais das unidades de saúde, oferecendo conhecimento técnico para aprimorar o atendimento”, diz. O coordenador do TelessaúdeRS-UFRGS, Roberto Umpierre, comentou que a cada três ligações feitas aos profissionais, duas são resolvidas sem a necessidade de outro encaminhamento. “A estimativa é de que a fila de espera seja reduzida pela metade em dois anos”, afirma.

Também participaram da cerimônia o secretário adjunto da Saúde, Natan Katz; procuradora do Ministério Público, Ângela Salton Rotunno; presidente do Cremers, Eduardo Trindade; representante do Simers, Márcia Barbosa; diretor-técnico do Grupo Hospitalar Conceição, Mauro Sparta; superintendente do Hospital São Lucas, Sérgio Baldisserotto; diretor-geral do Hospital Restinga e Extremo Sul, Paulo Scolari; vereadores Airto Ferronato; Dr. Goulart; Reginaldo Pujol, André Carús, entre outras autoridades.

Filas de espera para as especialidades contempladas no projeto – dados de 31 de dezembro 2018
Ortopedia – 11.435
Endocrinologia – 10
Neurologia – 9.065
Psiquiatria – 2.483
Proctologia – 3.309
Gastroenterologia – 669
Urologia – 6.592
Cirurgia vascular – 7.639
Pneumologia – 165
Ginecologia – 2.730
Neurocirurgia: 1.553
Total: 45.650

Fonte: PMP

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