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Com energia livre, GHC quer economizar até 30%

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O Mercado Livre de Energia, criado em 1998, tornou-se uma opção para geradores, comercializadores e consumidores de energia que não podiam atuar no mercado regular, conhecido como mercado cativo de energia, ou que procuravam economia em relação ao preço da energia elétrica. Esse novo setor traz a possibilidade de instituições do Brasil de comprarem energia de qualquer distribuidora do país. E, o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) começa em setembro deste ano a migrar do mercado de energia cativo, para o mercado de energia livre.

A vantagem desse novo método está relacionada ao incentivo do governo para produção de energia alternativa e sustentável, tornando o custo mais atraente quando comparado ao mercado cativo. A estimativa é que o GHC gere uma economia de 20% a 30% em relação ao custo de energia atual. Além disso, haverá mais flexibilidade nos contratos, permitindo a comercialização da energia excedente contratada.

A iniciativa foi estudada e proposta pela Diretoria do GHC em 2018 e conduzida pela assessoria da diretoria administrativa e financeira, que procurou uma consultoria especializada para atender as necessidades dos hospitais Conceição, Criança Conceição, Cristo Redentor e Fêmina, da Unidade de Pronto Atendimento Moacyr Scliar e a Central de Logística e Suprimentos do GHC. A licitação para a migração será realizada entre janeiro e fevereiro de 2019.

Conforme relato do engenheiro Juliano Milani, “as vantagens são enormes em relação ao mercado cativo, a possibilidade de comercializar a energia excedente pode aumentar ainda mais a economia que será gerada e, com essa iniciativa, o GHC se alinha ao mais avançado em termos de sustentabilidade energética e financeira”.

O GHC estará habilitado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), para participar do ambiente livre de energia. A CCEE é a responsável pela detenção dos contratos entre geradores e consumidores, assim como a responsável pelo ambiente de negociação de energia livre, onde a compra e venda de energia é cotada e realizada.

O diretor administrativo e financeiro, José Ricardo Agliardi Silveira, complementa dizendo que “essas iniciativas demonstram o compromisso desta diretoria com a racionalidade e a inovação na gestão do gasto público, uma vez que o GHC será um dos pioneiros a realizar esta migração entre as empresas públicas do Brasil”.

Fonte: GHC/Guilherme de Faveri

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